| Processo: | 10/09687-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Carlos Marcelo Pastre |
| Beneficiário: | Carlos Marcelo Pastre |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Presidente Prudente |
| Pesquisadores associados: | Luiz Carlos Marques Vanderlei ; Moacir Fernandes de Godoy |
| Assunto(s): | Medicina esportiva Exercício físico Treinamento esportivo Sistema nervoso autônomo Força muscular Dor |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dor | Força Muscular | Marcadores bioquímicos | programas de treinamento | Sistema nervoso autonomo | Medicina Esportiva |
Resumo
Exercícios realizados a partir de contrações concêntricas e excêntricas em processos de treinamento físico e reabilitação são capazes de gerar adaptações cardiovasculares, clínicas, funcionais e bioquímicas, caracterizando a eficiência do processo de treinamento. Contudo, estudos que comparam os dois tipos, mostram diferenças entre eles. Levando em consideração a relação custo benefício da aplicação de ambos os tipos de exercício, entende-se como importante empreender investigação sobre a relação entre estes parâmetros com o ganho de força muscular produzido por ambos. Dessa forma, o objetivo do presente estudo será analisar e comparar variáveis cardiovasculares, bioquímicas, clínicas e funcionais de sujeitos saudáveis, fisicamente ativos, após 10 sessões de treinamento de força muscular entre grupos com predomínio de contração concêntrica versus excêntrica. A casuística do estudo será composta por 80 sujeitos, divididos igualmente em quatro grupos, (2 grupos: treinamento concêntrico e excêntrico e 2 grupos controles concêntrico e excêntrico). Os voluntários dos grupos treinamento serão submetidos a 10 sessões de treinamento, por 3 semanas consecutivas, sendo a carga inicial composta por 3 séries de 8 repetições, a terceira sessão por 3 séries de 6 repetições, a quinta por 3 séries de 4 repetições, a sétima por 3 séries de 2 repetições e a nona por 3 séries de 1 repetição, ou seja, 100% de 1RM. Os grupos controles realizarão uma única sessão, que corresponde a 3 séries de uma repetição a 100% de 1RM. As coletas das variáveis cardiovasculares, bioquímicas, clínicas e funcionais ocorrerão no decorrer das sessões e seus intervalos e após o término do treinamento. (AU)
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