| Processo: | 10/15704-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Paulo Cezar Ceresini |
| Beneficiário: | Paulo Cezar Ceresini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ilha Solteira |
| Assunto(s): | Mudança climática Fitopatógenos Variação genética Rhizoctonia solani Fungos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adaptação | Agricultura | Doenças Emergentes | Fftopatógenos | Mudanças climaticas e ambientais | Rhizoctonia solani | Fitopatologia |
Resumo
Estresse devido à alterações ambientais (combinado ao declínio do desempenho médio dos organismos) pode impactar a arquitetura genética de caracteres quantitativos através de alterações nas variâncias genética e ambiental. Prevê-se, assim, que o estresse pode aumentar a variação genética para caracteres quantitativos. Baseando-se numa série de previsões teóricas, neste estudo nós testaremos a hipótese de que um aumento da temperatura média (como antecipado para o cenário de mudanças climáticas) pode aumentar a variação genética para caracteres quantitativos no fungo fitopatogênico Rhizoctonia solani grupo de anastomose AG-1 IA da soja. Isto é o mesmo que testar se um aumento da temperatura, além da temperatura ótima para crescimento, resulta em aumento da variância genética de senso amplo (Vg). Nosso interesse especifico é testar o efeito do estresse de temperatura sobre a variação genética para resistência à fungicidas. Nossa expectativa é de que populações do fungo, sob estresse continuo de temperatura, tem potencial evolucionário para deslocar-se em direção a um alto grau de resistência à fungicidas. Nós examinaremos a variância genética de populações brasileiras de isolados de R. solani AG-1 IA para crescimento micelial in vitro e a produção de estruturas de resistência (escleródios) sob dois regimes de temperatura (ótimo e acima do ótimo), e sob três concentrações de fungicidas de amplo espectro de controle (nenhum fungicida, baixa e alta concentração). Estas populações se distribuem num cline de temperatura desde o Centro-Oeste ao Norte do Brasil. Finalmente, observaremos também se há diferenças significativa entre as três populações geográficas estudadas e se há um padrão de adaptabilidade à temperatura seguindo o cline: MT06 < TO06 < MA06. (AU)
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