| Processo: | 10/19126-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Marco Antonio Bottino |
| Beneficiário: | Marco Antonio Bottino |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Renata Marques de Melo Marinho ; Rodrigo Othávio de Assunção e Souza |
| Assunto(s): | Prótese dentária Prótese parcial fixa Materiais cerâmicos Zircônia Porcelana dentária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerâmica | Prótese Dentária | Prótese Parcial Fixa | Prótese dentária |
Resumo
O objetivo deste estudo será verificar o efeito de diferentes protocolos de jateamento e de técnicas de confecção na resistência à fratura de Próteses Parciais Fixas (PPFs) e coroas totais de Zircônia estabilizada por Ítria. Na primeira parte do estudo, serão selecionados 80 dentes humanos hígidos, sendo 40 pré-molares e 40 molares, que serão incluidos em poliuretano a uma distância de 11 mm. Serão confeccionadas 40 PPFs com infraestrutura de cerâmica a base de Zircônia estabilizada por óxido de ítrio (InCeram 2000 YZ Cubes, Vita-zahnfabrik, Alemanha), que serão divididas em 4 grupos de acordo com o jateamento e a aplicação da cerâmica de cobertura: Gr1 - PPFs confeccionadas de forma convencional; Gr2 - PPFs com infraestrutura da região gengival de conectores e pônticos sem aplicação de cerâmica de cobertura; Gr3 - Grupo 2 + jateamento da região gengival dos conectores e pônticos com óxido de alumínio (50 µm); Gr4 - Grupo 2 + jateamento da região gengival dos conectores e pônticos com óxido de sílica (30 µm). As PPFs serão cimentadas em preparos dentários com cimento resinoso Panavia F2.0 (Kuraray Medical, Japão) e submetidas à fadiga mecânica (1.200.000 ciclos; carga: 85 N, Frequência: 4Hz). Na segunda parte do trabalho, serão confeccionadas 60 coroas totais as quais serão divididas em 6 grupos, variando-se o colar cervical da subestrutura (SE) e o cimento utilizado: Gr1 - Colar cervical total + Variolink II (vII) (Ivoclar Vivadent, Liechtenstein); Gr2 - Colar cervical total + Clearfil SA Cement (CSA) (Kuraray Medical, Japão); Gr3 - Colar cervical em 180º + VII; Gr 4 - Colar cervical em 180º + CSA; Gr5 - Sem colar cervical + VII; Gr6 - Sem colar cervical + CSA. As coroas serão cimentadas em preparos realizados em resina G-10 (material análogo à dentina) com dimensões semelhantes a preparos para coroa total em dente anterior e, então, serão submetidas à ciclagem mecânica (1.200.000 ciclos; carga: 85 N, Frequência: 4Hz) e à ciclagem térmica (6000 ciclos, 5º a 55º). Os espécimes serão submetidos ao teste de resistência à fratura em Máquina de Ensaio Universal (EMIC, São José dos Pinhais, Brasil) com célula de carga de 1000 Kgf e velocidade constante de 1mm/min. Os dados serão analisados por Análise de Variância (ANOVA) e as diferenças por teste Tukey com significância de 95%. (AU)
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