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Análise da distribuição das tensões em próteses protocolo mandibulares com estruturas fresadas por CAD/CAM e confeccionadas pela técnica convencional: análise pela fotoelasticidade e extensometria

Processo: 14/14088-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Marcelo Coelho Goiato
Beneficiário:Marcelo Coelho Goiato
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Implantes dentários  Prótese dentária  Prótese mandíbular  CAD/CAM  Fresagem 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:implantes dentários | Prótese Mandibular | Prótese Dentária

Resumo

O objetivo desse estudo é avaliar a distribuição de tensão na interface osso/implante, por meio dos métodos fotoelástico e extensometria, em próteses protocolo mandibulares com infra-estruturas confeccionadas com diferentes materiais e técnicas de fabricação, sob força de compressão. Será confeccionado um modelo fotoelástico de uma mandíbula edêntula que receberá cinco implantes 4x11 mm hexágono externo entre os forames mentonianos. Os grupos serão divididos em: Grupo 1 - infra-estrutura fundida em Níquel-Cromo com revestimento oclusal em resina acrílica; Grupo 2 - infra-estrutura fundida em Níquel-Cromo com revestimento oclusal em porcelana; Grupo 3 - infra-estrutura fresada em Zircônia estabilizada por Ítrio com revestimento em cerâmica. Será realizado primeiro a teste da fotoelasticidade e posteriormente a extensometria. Com auxílio de uma máquina de ensaio EMIC serão aplicadas cargas de 100 N na região entre incisivos, e no centro do primeiro molar de cada lado. Por meio de imagens fotográficas e auxílio do programa Adobe Photoshop CS6 as imagens serão analisadas de acordo com o número de franjas de alta intensidade e de acordo com a concentração e área de distribuição dessas tensões nos grupos testados. Para a metodologia da extensometria, a medição das tensões será realizada em duas regiões distintas. Para a primeira região dois extensômetros elétricos de resistência serão posicionados horizontalmente na região mesial e distal dos cinco implantes diretamente sobre a crista marginal do modelo fotoelástico. Para a segunda região, a resina fotoelástica será removida na superfície distal e mesial de cada implante deixando 1 mm de resina intacta, onde serão fixados os extensômetros verticalmente. Serão realizados os mesmos testes de compressão descritos anteriormente. Cada ensaio será realizado cinco vezes sobre a mesma prótese em todas as seis próteses de cada grupo destinadas ao teste. Os sinais elétricos serão captados por um aparelho de aquisição de dados controlado por um computador, sendo processados por um software específico. As médias dos valores de tensão registrados serão agrupadas em tabelas e submetidas à análise estatística. (AU)

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