| Processo: | 12/51000-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - PAPPE / PIPE III |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Acordo de Cooperação: | FINEP - PAPPE-PIPE III |
| Pesquisador responsável: | Fernanda Alvarez Rojas |
| Beneficiário: | Fernanda Alvarez Rojas |
| Empresa: | Rheabiotec Desenvolvimento, Produção e Comercialização de Produtos de Biotecnologia Ltda |
| Vinculado ao auxílio: | 03/13387-9 - Produção de anticorpos policlonais, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Biologia molecular Imunoquímica Formação de anticorpos Anticorpos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anticorpos | Biologia Molecular | Demanda | Imunoquimica |
Resumo
A empresa Rheabiotech, graduada em 2011 da incubadora da Unicamp, concluiu com sucesso o projeto PIPE Fase II FAPESP "Produção de Anticorpos Policlonais" (número 03/13387-9) no ano de 2009, atingindo os objetivos previstos de desenvolvimento e implantação de um laboratório para produção de anticorpos policlonais com qualidade e eficiência comercial. A estrutura atual permite a produção de anticorpos monoclonais, policlonais, secundários e conjugados. O presente projeto PAPPE-PIPE Fase III tem por objetivo a consolidação da capacidade produtiva e de inserção no mercado dos anticorpos produzidos pela empresa e utilizados em métodos imunoquímicos. Este esforço será realizado através de: 1) Mapeamento de demanda de anticorpos de uso extensivo, para abrir mercado; 2) Desenvolvimento dos anticorpos identificados no estudo de mercado; 3) Produção em escala comercial destes anticorpos; e 4) Implementação de ações de promoção, divulgação e entrega de amostras. A empresa tem domínio técnico sobre as tecnologias utilizadas na produção dos anticorpos e kits diagnósticos, mas se encontra na fase de escalabilidade dos processos biológicos para atender a crescente demanda tanto atual como a projetada. Na área comercial, a empresa ainda está na fase de responder a demanda sob encomenda, e o desafio enfrentado neste projeto é o de orientar a produção em escala comercial para atender a demanda recorrente, passando a colocar no mercado estes produtos através de atividades de promoção efetivas (participação em eventos profissionais, campanhas promocionais e de divulgação). Os clientes para insumos imunoquímicos são os usuários de técnicas imunoquímicas de instituições de pesquisa básica e aplicada, laboratórios farmacêuticos e de diagnóstico. Hoje a demanda destes insumos no Brasil é essencialmente coberta por importação, abrindo uma clara oportunidade de mercado, através da nacionalização de processos produtivos com potencial de criação de uma cadeia produtiva local como plataforma de inovação biotecnológica auto-sustentável. (AU)
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