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Reengenharia do ambiente VirtualRT visando ao uso de componentes plugáveis para suportar diferentes sistemas operacionais de tempo real

Resumo

A redução nos custos dos processadores e o surgimento de redes mais velozes para conectá-los estão viabilizando a construção de poderosos sistemas paralelos, capazes de suportar aplicações que manipulam grandes volumes de dados e demandam alta capacidade de processamento. A programação paralela, no entanto, tem se mostrado significativamente mais complexa que a programação seqüencial, principalmente porque envolve a necessidade de sincronização entre processos e a análise das dependências de dados. Para reduzir esta dificuldade, a Eonic Brasil Ltda. desenvolveu o ambiente gráfico VirtualRT, que proporciona uma interface de alto nível para o desenvolvimento de aplicações de tempo real executadas em máquinas paralelas. Apesar das vantagens que o VirtualRT oferece em relação aos métodos de programação convencionais, o esforço para portá-lo a novos sistemas operacionais de tempo real (SOTRs) é um fator que tem limitado o seu crescimento e utilização no mercado. O objetivo do projeto é reestruturar o VisualRT de modo a portá-lo mais facilmente para novos SOTRs. Este processo de reengenharia terá como resultado a criação de uma ferramenta gráfica de programação portátil e abrangente, capaz de prover representações gráficas para os objetivos e serviços da grande maioria dos SOTRs. Para atingir este objetivo, o VisualRT será transformado em um ambiente extensível e independente das especificidades de cada sistema. Através da infra-estrutura oferecida por um SDK (Software Development Kit), a ser implementado durante o projeto, será possível gerar componentes plugáveis capazes de interagir com o VisualRT, configurando dinamicamente os recursos oferecidos pela ferramenta de acordo com as necessidades específicas de cada SOTR. Os principais resultados esperados com o projeto são: maior facilidade para a adaptação do VisualRT a novos SOTRs; ampliação do escopo de atuação da ferramenta e o número de potenciais usuários; unificação das versões da ferramenta; maior escalabilidade e integração com softwares de terceiros, permitindo que usuários e outras empresas possam desenvolver novos módulos para ampliar as funcionalidades da ferramenta. (AU)