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Avaliação e desenvolvimento de pensamento de segunda ordem através do uso de programa computadorizado multimídia para o ensino de avaliação de preferência para professores de crianças com a síndrome do transtorno autista

Processo: 13/19625-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 11 de março de 2014 - 25 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Antonio Celso de Noronha Goyos
Beneficiário:Antonio Celso de Noronha Goyos
Pesquisador visitante: Darlene Eleanor Crone-Todd
Inst. do pesquisador visitante: Salem State University, Estados Unidos
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Análise do comportamento  Transtorno autístico  Professores  Computador no ensino  Intercâmbio de pesquisadores 

Resumo

A característica definidora da educação superior, e das intervenções efetivas por parte da equipe, está no uso do pensamento crítico ou de ordem superior. No entanto, poucos métodos de avaliação são confiáveis, tornando impossível a validade das medidas. Pesquisas recentes indicam que o modelo de complexidade hierárquica pode ser usado de maneira confiável e potencialmente válida. Uma área global importante na educação que vem aumentando de importância é o treinamento de pessoas que trabalham com indivíduos no transtorno do espectro autista (TEA). No presente projeto de pesquisa, são propostos dois estudos que pretendem levar a inovações tanto no desenvolvimento como na avaliação de materiais de treinamento para ensinar profissionais e cuidadores a realizar de avaliações de preferência em Análise do Comportamento Aplicada. Avaliações de preferências são um pilar importante da Análise do Comportamento a Aplicada (ABA), uma vez que identificar o que vai funcionar efetivamente como um reforçador em intervenções intensivas é um processo contínuo que fundamenta o sucesso desses programas. Programas ABA são necessariamente concebidos como programas intensivos em que os profissionais trabalham diretamente com um cliente ou estudante por 20-40 horas por semana. Sempre que possível, quanto mais cedo a intervenção, melhor é o resultado em poucos anos. Melhores resultados têm maior probabilidade de tornar as crianças hábeis a serem reintegrados em salas de aula regulares, e a tornarem-se membros produtivos da sociedade. Nas áreas em que os programas ABA são fornecidos nos EUA, estes são tipicamente supervisionados por indivíduos que estão credenciados como Analistas do Comportamento Certificados (Board Certified Behavior Analyst), que são supervisionados pelo Comitê de Certificação em Análise do Comportamento (Behavior Analyst Certification Board - BACB). Atualmente no Brasil há uma séria falta de profissionais com experiência em ABA, e menos ainda certificados pela BABC. Dada esta falta, é muito importante desenvolver programas que resultam em resultados demonstráveis e que resultem em profissionais treinados que possam efetivamente administrar intervenções ABA em crianças com autismo no Brasil. A pesquisa, que acompanha a investigação anteriormente realizada no Canadá e nos Estados Unidos nesta área, será realizado na Universidade Federal de São Carlos com alunos de graduação e pós-graduação em duas fases: (a) No Estudo 1, treinaremos os alunos nos métodos de pontuação, e (b) no Estudo 2, usaremos o material de pesquisa do estudo anterior para avaliar os efeitos de métodos de apresentação online e em vídeo. (AU)

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