| Processo: | 15/06283-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2018 |
| Área do conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Linguística |
| Pesquisador responsável: | Beatriz Raposo de Medeiros |
| Beneficiário: | Beatriz Raposo de Medeiros |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Alexsandro Rodrigues Meireles ; João Paulo Serrasqueiro Robalo Cabral |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/23319-8 - Aspectos de produção, percepção e cognição na intersecção fala e canto, BP.TT |
| Assunto(s): | Canto Cognição Fonética Fonética acústica Fala |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | canto | cognição | Fala | Fonética Acústica | percepção | Produção | Fonética |
Resumo
A problemática levantada neste projeto é a de que, apesar de intuitivamente sabermos distinguir a fala do canto, há porções de cada um deles em que se percebe a convivência dessas duas realizações, o que sugere que há uma gradação, muitas vezes, no lugar de uma mudança abrupta na produção da fonação e de outros aspectos da fala. O objetivo da pesquisa é, então, colocar em foco alguns aspectos de produção e percepção da fala e do canto que levem a responder o primeiro questionamento originado da problemática proposta: (1) A fala e o canto são fenômenos totalmente distintos entre si? Para isso, três estudos são propostos. O primeiro estudo medirá durações e frequência fundamental de trechos do mesmo texto falado e cantado. O segundo estudo, utilizando os trechos do primeiro será um teste de percepção para designar o estímulo como fala ou canto, com pelo menos duas gradações possíveis entre estas designações. O terceiro estudo será rodar uma rede neural alimentada com aspectos de duração e frequência fundamental (F0) extraídos dos trechos analisados pra verificar sua saída e se ela estabelece diferenças mais ou menos categóricas entre canto e fala. Os resultados da rede neural serão confrontados com aqueles dos dois primeiros estudos. A partir disso, far-se-á uma discussão levando-se em conta aspectos de cognição da fala e do canto. Os resultados esperados são de que poderemos diferenciar fala do canto em termos de estabilidade do aspecto observado. Por exemplo, numa mesma janela temporal, a fala deverá apresentar mais variação de F0 e canto, sendo esse apenas um dos aspectos a diferenciar objetivamente as duas categorias sonoras. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |