| Processo: | 15/01088-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica de Processos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Luis Augusto Ferreira Rossa |
| Beneficiário: | Luis Augusto Ferreira Rossa |
| Empresa: | Innovare Biotecnologia e Saúde Animal Ltda |
| Pesquisadores associados: | Angelica Rodrigues de Souza ; Maria Cecilia Maia Chierotti |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 17/12650-0 - Produção da gonadotrofina coriônica equina (ECG) no Brasil, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Purificação de proteínas Gonadotrofina coriônica Rebanho Bovinos Reprodução animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Escalonamento de purificação de proteinas | Gonadotrofina | Gonadotrofina Corionica Equina | Purificação de Proteínas | Purificação de proteinas em laraga escala | Cromatografia em larga escala |
Resumo
O Brasil possui atualmente o maior rebanho bovino comercial do mundo com aproximadamente 220 milhões de cabeças de gado. A eficiência reprodutiva deste rebanho é fundamental para que se aperfeiçoe a produção de carne e leite, para abastecer os mercados interno e externo com estes produtos de origem animal. A eCG é um hormônio utilizado para proporcionar incrementos de eficiência reprodutiva em rebanhos bovinos. O uso de biotecnologias utilizando tratamento com eCG, como a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), proporcionam aumento da fertilidade das fêmeas destes animais domésticos. A IATF associada a eCG proporciona aumento das taxas de prenhez em rebanhos com baixas taxas de fertilidade e condição corporal comprometida, realidade da pecuária brasileira. O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo, maior consumidor mundial de eCG, mas não produz o hormônio. Apesar do alto custo de mercado da eCG, quando comparado a outros hormônios utilizados na IATF, a eCG têm oferecido vantajosa relação custo/benefício em sua aplicação na melhoria da fertilidade do rebanho bovino. O alto custo da eCG deve-se pelo fato de sua produção ser realizada por indústrias estrangeiras. Toda produção mundial atual de eCG é feita a partir do plasma de éguas prenhes principalmente pelas empresas MSD Saúde Animal na Holanda e pela Syntex na Argentina. Mesmo com os avanços em biologia molecular para o desenvolvimento de eCG recombinante (r-eCG), ainda não foi desenvolvida uma forma de obter r-eCG, em larga escala que seja economicamente viável para produção industrial. Ao produzir o produto no Brasil, conseguiremos ofertar ao mercado consumidor um produto de mesma qualidade e valor competitivo, aumentando a sua aplicabilidade no campo e a produtividade na cadeia produtiva de alimentos de origem animal. O projeto proposto já está em andamento e já foram comparadas diferentes técnicas cromatográficas em pequena escala, na separação da eCG a partir do plasma de éguas prenhez, testando diferentes tipos de resina cromatográfica voltadas ao escalonamento da técnica. Foi verificado o melhor rendimento de purificação de cada metodologia, utilizada para cada resina testada. Os resultados foram comparados estatisticamente entre as diferentes repetições de mesmo tratamento, das diferentes resinas cromatográficas. A metodologia e as resinas cromatográficas que obtiveram o maior rendimento de purificação foram escolhidas para a etapa de escalonamento da purificação da eCG. A etapa de escalonamento está sendo proposta neste projeto para fase I do PIPE. Na etapa de escalonamento será testado se as mesmas condições da pequena escala são obtidas no escalonamento e purificação em larga escala. A hipótese do presente projeto é que o processo purificação realizado com cromatografia de escalonamento e purificação em larga escala, constitua eficiente protocolo para a obtenção de um extrato purificado, com elevada atividade biológica de eCG, com capacidade de produção do hormônio em escala industrial. A inovação do projeto é a produção nacional deste hormônio de elevada importância na reprodução de bovinos e consequentemente na cadeia de produção de carne e leite bovino no Brasil. (AU)
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