| Processo: | 16/50370-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Acordo de Cooperação: | CNPq |
| Pesquisador responsável: | Mutue Toyota Fujii |
| Beneficiário: | Mutue Toyota Fujii |
| Instituição Sede: | Instituto de Botânica. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Macroalgas Biodiversidade Topótipo Holótipo Genomas Etiquetas de sequências expressas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | Etiqueta Molecular | Genoma Plastidial | Holotipos | Macroalgas | Topotipos |
Resumo
A dificuldade de acesso ao material histórico (tipos) depositado nos herbários estrangeiros, aliada às limitadas descrições e ilustrações, acarretam enormes dificuldades na hora de decidir sobre a identificação e delimitação das espécies atuais. O presente estudo está sendo proposto para adicionar uma etiqueta molecular aos holotipos ou a topotipos (quando o primeiro não estiver disponível) de Rhodophyta, e Phaeophyceae, que foram propostas a partir de material coletado na costa brasileira. Sessenta e duas espécies de macroalgas marinhas foram descritas a partir de material brasileiro. Destas, 19 são históricas, coletadas no século XIX pelos pesquisadores estrangeiros que visitaram o país, sendo muitos deles não- especialistas, e assim refletindo a pobreza de informações sobre o material e também sobre os locais de coleta. Diante disso, surge a necessidade de resgatar essas informações in loco, visitando os herbários no exterior e no Brasil para munir-se de informações sobre os tipos e recoletar material nos mesmos locais das coletas originais. O presente projeto limitará esses estudos a Rhodophyta e Phaeophyceae, totalizando 49 espécies. Na impossibilidade de encontrar a localidade-tipo, devido ao desaparecimento, ocupação, e/ou condições inadequadas, áreas próximas serão pesquisadas e espécimes que se identificam com os holotipos serão coletados e estudados minuciosamente sob a supervisão das maiores especialistas em taxonomia de macroalgas do país, colaboradoras do presente projeto. Parte desse material será utilizada para obter as sequências dos marcadores moleculares com propósito de ?DNA barcoding?, conforme os protocolos rotineiramente utilizados nos estudos de macroalgas. Paralelamente, pranchas com detalhes morlológicos e anatômicos do material histórico e recente serão preparadas, juntamente com a diagnose e a sequência consenso que caracterizará a etiqueta molecular de cada espécie. As pranchas serão integradas às coleções do Herbário Virtual da Biodiversidade e disponibilizadas para acesso online. As holotipos propostos mais recentemente estão muito bem documentados e a maioria já possui sequências de marcadores moleculares associadas. Ainda, a título de treinamento de Pós-doutorado no exterior, três espécies nativas de Rhodophyta foram escolhidas para obtenção do genoma plastidial em uma colaboração internacional com a Universidade de Melbourne, na Austrália, que está em andamento. Finalmente, o projeto pretende contribuir significativamente para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no País e estimular a capacidade taxonômica, a fim de ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira. (AU)
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