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Investigação da interação da plantaricina 149 (formas nativas e modificadas com diferentes vesículas fosfolipídicas: correlações com suas ações sobre microorganismos

Processo: 05/60917-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2006
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular
Pesquisador responsável:Leila Maria Beltramini
Beneficiário:Jose Luiz de Souza Lopes
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14138-2 - Center for Structural Molecular Biotechnology, AP.CEPID
Assunto(s):Fluorescência

Resumo

Pretende-se investigar a ação de formas nativas e modificadas do peptídeo antimicrobiano Plantaricina 149 sobre cepas de bactérias e fungos, suas interações com vesículas fosfolipídicas pequenas e gigantes, e correlacionar estes estudos com seus mecanismos de ação sobre os microorganismos. Plantaricina 149 é um peptídeo de natureza catiônica produzido por Lactobacilos plantarum composto por 22 resíduos de aminoácidos. O mecanismo de ação proposto para esse peptídeo é promover a formação de poros na parede celular/membrana plasmática dos microorganismos. Serão investigadas as alterações conformacionais que ocorrem nos peptídeos em meio líquido e após interagirem com as vesículas em uma ampla faixa de pH, temperatura, polaridade e força iônica. As alterações estruturais serão monitoradas pelas espectroscopias de CD, fluorescência, microscopia óptica, enquanto que por ITC e SPR serão determinados parâmetros como constantes de associação/dissociação, entre fosfolipídios/vesículas e os diferentes peptídeos. Paralelamente será investigada a ação destes peptídeos sobre linhagens de bactérias e fungos que infectam plantas e animais. Nossos resultados preliminares apontam para uma potencial aplicação de algumas das formas modificadas, particularmente na indústria alimentícia, já que os peptídeos se mostram muito estáveis e não apresentam toxicidade; como também para a indústria farmacêutica, pois são substâncias naturais com propriedade antimicrobiana. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
LOPES, Jose Luiz de Souza. Plantaricina 149 e análogos: atividade antimicrobiana, estudos estruturais e mecanismos de ação. 2010. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Física de São Carlos São Carlos.

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