| Processo: | 05/05171-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Luiz Nunes de Souza |
| Beneficiário: | Tarciso Tadeu Miguel |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Óxido nítrico Medo Ansiedade Testes de nocicepção |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ansiedade | Antinocicepcao | Medo | Oxido Nitrico | Ansiedade |
Resumo Situações de perigo eliciam nos animais respostas defensivas como comportamentos de luta e fuga, imobilidade, ativação autonômica e antinocicepção. Tais reações são expressas quando o sistema cerebral de defesa (ex. hipotálamo, amígdala e matéria cinzenta periaquedutal - MCP) é ativado. Neste sentido, a estimulação química da porção dorsal da MCP (MCPd) tem sido empregada para se avaliar os mecanismos subjacentes às reações de defesa. Com características mais etológicas, o labirinto em cruz elevado (LCE) é outro modelo animal utilizado para estudar as propriedades ansiolíticas e ansiogênicas de drogas bem como para avaliar a nocicepção frente a uma situação de perigo (braços abertos). Estudos recentes revelaram que injeções intra-MCP do Fator de Liberação de Corticotropina (CRF) produzem antinocicepção e aumentam a ansiedade em ratos no LCE. Tem sido sugerido que os efeitos ansiogênicos do CRF possam ser mediados via liberação de óxido nítrico (NO). O presente estudo investigará a participação do CRF intra-MCP na antinocicepção induzida pelo medo bem como seu envolvimento nos efeitos ansiogênicos e antinociceptivos provocados pelo NO. Para isso, investigaremos a participação do CRF na antinocicepção induzida pela exposição de camundongos no LCE aberto. Para tal, serão investigados os efeitos das injeções intra-MCP de antagonistas de CRF sobre a resposta nociceptiva provocada pela injeção de formalina na pata (teste de nocicepção) em animais expostos ao LCE. Uma vez que o LCE padrão não elicia antinocicepção de modo consistente, somente será testado o LCE aberto (todos os braços sem paredes), usando-se como situação controle a exposição ao LCE fechado (todos os braços fechados). Em seguida, investigaremos a participação do complexo NO-GMPcíclico nos efeitos antinociceptivos e ansiogênicos do CRF, através da injeção intra-MCP de NPLA, inibidor da sintase de óxido nítrico neuronal (nNOS), ou do inibidor de GMPc (ODQ). Neste caso, os efeitos sobre a ansiedade serão testados no LCE padrão e a nocicepção será avaliada numa caixa (ex. arena). Ainda, investigaremos os efeitos do doador de NO (SIN-1) sobre os comportamentos defensivos e na antinocicepção e o seu possível bloqueio com antagonistas de CRF. Para caracterizar o tipo de receptor de CRF envolvido na resposta antinociceptiva, será testada a sua reversão com injeções locais de antagonistas dos receptores CRF1 (NBI 27914) e CRF2 (antisauvagine-30). (AU) | |
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