| Processo: | 07/59290-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Verônica Porto Carreiro de Vasconcellos Coelho |
| Beneficiário: | Hernandez Moura Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunorregulação Transplante de rim |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antigen Chip | Immunoscope | Imunorregulacao | Repertorio De Bcr | Tolerancia Operacional | Transplante Renal |
Resumo Apesar dos avanços alcançados com o transplante de órgãos sólidos na clínica, a rejeição crônica tem sido um grande empecilho para o aumento da sobrevida do aloenxerto, uma vez que os imunossupressores usuais não conseguem revertê-la. Diante disso, o estudo de novas alternativas de tratamento que possibilitem o sistema imune do paciente tornar-se tolerante ao órgão transplantado possui papel chave na solução desse problema. Já foi observado que alguns pacientes possuem uma sobrevida estável do enxerto sem c uso de imunossupressores. Esses pacientes são chamados de tolerantes operacionais. Existe a possibilidade desses pacientes apresentarem determinadas características imunológicas que permitam definir um perfil imunológico típico do estado de tolerância operacional. O conhecimento dessas características pode ser de grande importância para determinar mecanismos envolvidos nesse estado de tolerância, assim como, para o seu diagnóstico e mesmo para o desenvolvimento de novas terapias para o transplante. Nesse sentido, no presente projeto analisaremos o perfil humoral dos pacientes em tolerância operacional, comparativamente com os em rejeição crônica e outros grupos clínicos, com o intuito de determinar padrões diferenciais de expressão de alo e auto-anticorpos, assim como, do repertório de células B, associados ao estado de tolerância operacional. Com os dados obtidos almejamos contribuir para uma melhor compreensão de mecanismos envolvidos na tolerância operacional e para determinar critérios, envolvidos na resposta por células B, para o diagnóstico de pacientes tolerantes, possibilitando no futuro, a retirada ou diminuição de imunossupressores de outros pacientes. (AU) | |
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