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Identificação de fontes de resistência a cochonilha-da-raiz dysmicoccus texensis em Coffea spp

Processo: 08/52517-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 30 de abril de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Oliveiro Guerreiro Filho
Beneficiário:Bárbhara Joana dos Reis Fatobene
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Porta-enxertos

Resumo

O trabalho é dirigido à identificação de cafeeiros resistentes à cochonilha-da-raiz, Dysmicoccus texensis (Tinsley, 1900) (Hemiptera: Pseudococcidae) em germoplasma diverso do gênero Coffea, especialmente em diferentes populações das espécies Coffea canephora e na cultivar Icatu Vermelho IAC 925 de C. arábica. Trata-se de inseto praga com incidência cada vez maior nos cafezais paulistas e demais regiões produtoras do País. Insetos serão coletados em campo, identificados e multiplicados em brotos de tubérculos de batata e posteriormente utilizados para infestações controladas de plantas jovens das espécies mencionadas. Inicialmente, serão realizados ajustes metodológicos visando à identificação do número de insetos inoculados nas plantas e idade ideal das plantas jovens para utilização no estudo. Serão avaliados 25 clones de C. canephora, resistentes a nematóides do gênero Meloydogyne, sendo 10 resistentes a M. exigua, 10 a M. incógnita raças 1 (5) e raça 2 (5) e 5 clones resistentes a M. paranaensis. Dez clones de seleções de Icatu Vermelho IAC 925 de C. arábica, derivado do cruzamento entre C. arábica e C. canephora e resistentes ao nematóide M. paranaensis serão também avaliados. A resistência de progênies de 10 plantas de cada uma das matrizes selecionadas será também investigada. As variáveis utilizadas para avaliar a reação dos cafeeiros à D. texensis serão o número de cochonilhas por planta após inoculação, peso seco do sistema radicular e da parte aérea e pontos de 1 a 5 atribuídos ao dano provocado nas raízes. A hipótese formulada se relaciona à possibilidade de reunir em cultivares porta-enxertos ou pé-franco em C. canephora ou pé-franco em C. arábica, resistência múltipla a nematóides e cochonilha-da-raiz, fatores limitantes à produção do cafeeiro no Brasil. (AU)