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Depósitos auríferos associados a granitos da Província Aurífera de Alta Floresta (MT), Cráton Amazônico: tipologia das mineralizações, modelos genéticos e implicações prospectivas.

Processo: 09/04438-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Roberto Perez Xavier
Beneficiário:Rafael Rodrigues de Assis
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Metalogênese   Inclusões fluidas   Alteração hidrotermal

Resumo

A Província Aurífera de Alta Floresta (PAAF), porção sul do Cráton Amazônico, corresponde a uma área alongada de direção N-NW, constituída essencialmente por rochas vulcânicas e plutônicas de idade Paleo a Mesoproterozóica, que entre as décadas de 1980 a 1990, tornou-se a principal região aurífera do país. Essa região representa vastas regiões de crosta continental juvenil, acrescidas por meio de sucessivos arcos magmáticos, provavelmente gerados por subducção de litosfera oceânica sob a Província Amazônia Central (e 2,3 Ga) e seguida de colisões de massas continentais. Neste cenário, os processos responsáveis pela formação de mineralizações auríferas primárias têm sido o enfoque de diversos trabalhos, os quais sugerem que a colocação de corpos graníticos paleoproterozóicos, do tipo I, sub-alcalinos a cálcio-alcalinos, metaluminosos a peraluminosos, de médio a alto potássio, variando em composição de tonalito-granodiorito a sieno-granito, foi essencial na instalação de um sistema magmático-hidrotermal na região. No entanto, esses trabalhos encontram-se de modo esparso e fragmentário na literatura e, adicionalmente, grande parte dos depósitos auríferos da província ainda encontram-se pouco conhecidos de forma mais sistemática. Nesse sentido, esse projeto de pesquisa tem por objetivo a ampliação da documentação geológica dos depósitos auríferos da província, particularmente daqueles hospedados por rochas graníticas, procurando estabelecer seus principais atributos geológicos (e.g., características petrográficas e geoquímicas das hospedeiras, estilos de alteração hidrotermal, paragênese do minério e fluidos mineralizantes) e definir modelos genéticos (e.g., ouro pórfiro versus ouro associado a sistemas intrusivos), com implicações prospectivas. Para isso, três depósitos com estilos de mineralização distintos, foram selecionados como estudos de caso: Alvino, Pé Quente e Paraíba. Os dois primeiros encontram-se na região de União do Norte e hospedam-se em rochas de composição granítica a monzo-granítica. O terceiro localiza-se na região de Peixoto de Azevedo onde é controlado por zona de cisalhamento de atitude N05W / 55-85 NE e hospedado principalmente por anfibolitos.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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