| Processo: | 09/15168-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Favaro Trombone Garlet |
| Beneficiário: | Ana Paula Favaro Trombone Garlet |
| Instituição Sede: | Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL). Bauru , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/06122-5 - Avaliação do papel das células T regulatórias e Th17 na hanseníase humana e experimental: correlações com o espectro imunopatológico das lesões, níveis de expressão de metaloproteases e seus inibidores, e integração com o paradigma Th1/Th2, AP.JP |
| Assunto(s): | Hanseníase Mycobacterium leprae Linfócitos T reguladores Células Th17 Metaloproteinases Inibidores de metaloproteinases de matriz |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células T regulatórias | Células Th17 | Hanseníase | Metaloproteases e TIMPs | Mycobacterium leprae | Imunoregulação |
Resumo A hanseníase é uma doença infecciosa crônica que afeta principalmente a pele e o sistema nervoso periférico e cujo agente etiológico é o Mycobacterium leprae. Este bacilo, obrigatoriamente intracelular, apresenta características peculiares tais como o tropismo pelas células de Schwann, além de macrófagos, e a condição ótima para a sua multiplicação ocorre entre 27ºC e 30ºC , justificando assim, a ocorrência da hanseníase em áreas superficiais e frias, tais como a pele, nervos periféricos, testículos e via respiratória superior. Os indivíduos que desenvolvem a hanseníase apresentam um quadro variável de comprometimento, e esta pode ser classificada em cinco formas [tuberculóide (TT), virchoviana (VV), dimorfo-tuberculóide (DT), dimorfo-dimorfo (DD) e dimorfo- virchoviano (DV)], dependendo da disseminação da doença e do padrão de resposta imune, além da ocorrência das reações hansênicas (tipo I e tipo II). Analisando todas as formas (polares e dimorfos) e reações hansênicas pode-se observar o papel das subpopulações Th1 e Th2 na imunopatogênese da hanseníase, indicando que o balanço das citocinas produzidas localmente pode ser determinante da severidade da doença. Porém, a contribuição de ambos os perfis na imunoregulação da hanseníase podem não ser os únicos fatores envolvidos na patogênese da doença. Assim, este projeto avaliará o envolvimento das células T regulatórias e células Th17 na patologia da hanseníase, além de investigar a participação das metaloproteases (MMP-2 e MMP-9) e TIMPs (TIMP-1, TIMP-2 e TIMP-3) nas lesões cutâneas, já que até o momento os estudos têm avaliado a hanseníase apenas o contexto de citocinas relacionadas com os padrões Th1 e Th2. Esta abordagem contribuirá para o entendimento da imunoregulação envolvida nesta doença, e com isto, poderá futuramente contribuir com o diagnóstico e monitoramento clínico das lesões hansênicas, e até mesmo com a possibilidade de novas abordagens para a profilaxia e terapia da hanseníase. (AU) | |
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