| Processo: | 09/16831-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia |
| Pesquisador responsável: | Vladimir Pinheiro Safatle |
| Beneficiário: | Silvio Ricardo Gomes Carneiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/13655-2 - Tecnologias da dominação e tecnologias de si: dialética da emancipação, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Teoria crítica Violência (criminologia) Poder político |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biopolítica | Foucault | Marcuse | Poder | Teoria Crítica | Violência | Teoria das Ciências Humanas |
Resumo A pesquisa busca compreender a teoria marcuseana do poder inserindo-a no debate contemporâneo do conceito foucaultiano de biopolítica. À primeira vista, a relação entre os dois filósofos parece controversa, posto que, em diversos momentos, Foucault constrói o conceito de biopoder mediante a crítica a Marcuse. Isso porque o filósofo alemão parte do poder repressivo, que atua sobre outra camada de poder, verdadeira e subjacente, recalcada nas formações sociais e subjetivas. Ora, o conceito de biopolítica descreve jogos de poder que se ramificam na administração dos corpos e nos cálculos da vida da espécie. Assim, enquanto para Foucault o poder é uma força que penetra indistintamente nas diversas parcelas sociais, Marcuse divide o poder entre polos autênticos e inautênticos. Neste quadro, como reunir tais perspectivas assumindo a biopolítica como premissa da teoria do poder? De fato, a aproximação seria impossível segundo a aposta marcuseana em campos não-repressivos em Eros e Civilização. Contudo, Marcuse reavalia esta perspectiva com a análise do avanço da racionalidade instrumental no pós-Guerra em O Homem Unidimensional: não se trata tanto do controle repressivo dos corpos, mas sim, da excitação da vida e dos corpos em movimento, em termos muito próximos aos de Foucault. Assim, com esta nova configuração de Marcuse, é possível avaliar sua teoria social no debate contemporâneo da biopolítica. (AU) | |
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