| Processo: | 10/07809-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Gustavo Habermann |
| Beneficiário: | Marcelo Claro de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/13762-3 - Estudo comparativo entre as savanas australianas e brasileiras: o alumínio edáfico pode ser considerado um fator de sobrevivências para as espécies vegetais?, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Ecofisiologia Nutrição vegetal Cerrado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análises estatísticas multivariadas | cerrado | Deciduidade foliar | Grupo funcional | Nutrição de Plantas | Ecofisiologia |
Resumo O Cerrado brasileiro é um dos ecossistemas mais ameaçados pela redução de biodiversidade e possui diversos grupos funcionais relacionados à flora e à fauna. Dentre os vegetais destacamos três grupos funcionais relacionados à presença de folhas: decíduas, brevidecíduas e sempre-verdes. Desta forma, será conduzido um estudo utilizando espécies de três grupos funcionais relacionado à deciduidade foliar, pertencentes a um fragmento de Cerrado na Fazenda São José da Conquista, Itirapina - SP. Os objetivos deste projeto são: (i) procurar diferenças entre as espécies de cada grupo funcional em relação ao teor foliar de nutrientes (nitrogênio, fósforo, cálcio e magnésio), acúmulo foliar de carboidratos, morfologia foliar, padrões de compostos fitoquímicos e de variabilidade genética; (ii) verificar a possibilidade de que espécies classificadas atualmente por estudos fenológicos convencionais quanto à deciduidade foliar, como pertencente a certo grupo funcional, apresente características fitoquímicas, nutricionais e/ou morfológicas semelhantes entre si e distintas das espécies de outro grupo funcional; (iii) observar se em cada um dos grupos funcionais avaliados seria possível a formação de sub-grupos funcionais, em relação às variáveis medidas; e (iv) testar diferentes equações matemáticas referentes à área foliar (AF) de cada espécie dentro dos grupos funcionais para gerar uma equação matemática geral para cada grupo funcional, propondo-se evitar futuros estudos destrutivos sobre desenvolvimento foliar de espécies com padrão fenólogico de deciduidade foliar já descrito. Para tal será avaliado o período de longevidade foliar de cada espécie e a morfologia foliar com base em equações matemáticas que considerem o comprimento, largura e AF real e que possam resultar na AF estimada. Além disso, também serão realizadas análises foliares nutricionais, fitoquímicas, bem como a determinação do teor de clorofila, coloração foliar e a variabilidade genética por meio de marcadores RAPD. Espera-se assim responder se existe ou não um padrão ecofisiológico entre as espécies de cada grupo funcional avaliado. | |
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