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Regulação da função das metaloproteinases de matriz e de seus inibidores frente à modulação hormonal durante o desenvolvimento prostático in vitro - Aspectos morfológicos estruturais, ultra-estruturais e da matriz extracelular

Processo: 09/14803-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Hernandes Faustino de Carvalho
Beneficiário:Rafaela da Rosa Ribeiro
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/07564-6 - Regulação da função das metaloproteinases de matriz e de seus inibidores frente à modulação hormonal durante o desenvolvimento prostático in vitro, AP.R
Assunto(s):Matriz extracelular   Desenvolvimento   Próstata

Resumo

O controle do crescimento e da função próstatica é baseado numa complexa rede de interações entre hormônios esteróides e seus receptores e num intrincado mecanismo de interconversão entre eles, além de interações epitélio-estroma mediadas por fatores parácrinos. O receptor de andrógeno (AR) e os receptores de estrógenos (ERs) são responsáveis pela mediação dos efeitos fisiológicos dos andrógenos e estrógenos respectivamente. A próstata ventral apresenta três fases de crescimento. A segunda delas, que ocorre no período perinatal, é atribuida a um pico de testosterona que ocorre no dia do nascimento. Nesta fase ocorre a formação do lúmen e das estruturas epiteliais e tem início o processo de ramificação ductal. Trabalhos recentes de nosso laboratório têm demonstrado que nessa fase há uma maior expressão de metaloproteinases de matriz (MMPs) 2, 7 e 9 em comparação com adultos. Há indícios na literatura de que, em células tumorais prostáticas, a expressão de MMP-2 seja regulada positivamente por andrógenos, por intermédio do AR, e de que em células derivadas de fibroblastos ocorra uma diminuição da expressão de MMPs, quando tratados com estrógenos. Considerando-se o dinamismo dos diferentes componentes teciduais e da fisiologia prostática neste processo, o objetivo deste projeto é caracterizar a expressão das MMPs 2 e 9 e dos inibidores TIMP-1 e -2 frente ao tratamento com doses crescentes de andrógeno e estrógeno. Para isto serão empregadas cultura organotípica, análises morfológicas (estruturais, ultraestruturais), histoquímicas e imunohistoquímicas, em nível de RNAm e de proteína desses componentes, procurando-se caracterizar também as alterações decorrentes do silenciamento por siRNA desses genes no desenvolvimento da próstata de ratos in vitro.