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Testes funcionais, torque isocinético em inversão e eversão e capacidade de reposicionamento articular: um estudo sobre o efeito da utilização da órtese semi-rígida na estabilidade dinâmica do tornozelo

Processo: 11/05769-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Mauro Gonçalves
Beneficiário:Fernanda Cristina Milanezi
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Eletromiografia   Biomecânica

Resumo

A lesão mais encontrada na população ativa é a entorse de tornozelo e cerca de 40% desses casos continuam relatar sensação de instabilidade articular mesmo após a fase aguda da lesão, isto chamado é instabilidade funcional do tornozelo. Essa disfunção motora está relacionada a déficits proprioceptivos, que acarretam na diminuição do tempo de reação dos músculos eversores do pé. Além disso, esses indivíduos não apresentam um controle muscular excêntrico adequado e são incapazes de desenvolver uma velocidade de contração. O basquetebol é um esporte com grande ocorrência de lesões no tornozelo. Assim, o uso de órteses de tornozelo tem sido apontado como uma medida para prevenir as lesões de entorse por inversão desta articulação em atletas do basquetebol. Diversas variáveis são afetadas após a lesão podendo essas ser avaliadas por meio de testes funcionais, mas a relação entre esse tipo de teste e teste isocinéticos não são muito bem entendidos ainda. Por essa razão, o presente estudo, tem como objetivo identificar variáveis, dinamométricas e eletromiográficas, que possam contribuir para um tornozelo funcionalmente estável, bem como, comparar estes resultados com a pontuação obtida em testes funcionais. Participarão deste estudo 38 atletas do gênero feminino praticantes de esportes coletivos com salto com idade entre 18 e 25 anos, que serão divididas em dois grupos: grupo com instabilidade funcional de tornozelo e grupo controle. As voluntárias realizarão os seguintes testes: torque isocinético, teste funcionais e teste de reposicionamento articular. Os testes funcionais serão realizados com e sem a utilização de órtese de tornozelo em ambos os membros inferiores. Após a verificação da normalidade dos dados será selecionada a análise estatística adequada para a comparação e correlação das variáveis, sendo adotado nível de significância de p<0,05.

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