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Expansão do etanol: quantificação de mudanças diretas e indiretas no uso das terras

Processo: 11/11808-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2011
Vigência (Término): 31 de março de 2013
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economias Agrária e dos Recursos Naturais
Pesquisador responsável:Ricardo Abramovay
Beneficiário:Rafael Feltran Barbieri
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/58107-7 - Socio-economic impacts of climate change in Brazil: quantitative inputs for the design of public policies, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Etanol   Uso do solo   Mudança climática

Resumo

A ampliação na produção mundial de biocombustíveis justifica-se pela necessidade de diversificação da matriz energética e combate às mudanças climáticas. Por outro lado, possibilidades de competição com alimentos e supressão de ecossistemas figuram como contrapartidas que convergem para pontos já muito problemáticos da economia rural: o esgotamento do "fator terra", e, consequentemente, conflitos inerentes aos seus usos alternativos. No Brasil, o impacto potencial dessas externalidades negativas tem sido minimizado pelo argumento de que a expansão do etanol deverá ocorrer preferencialmente em substituição de pastagens subutilizadas. Porém, a dicotomia entre os raros estudos com imageamentos de satélites e aqueles igualmente incomuns que utilizam modelagens estatísticas tem dificultado o claro apontamento dos efeitos do etanol na modelagem das paisagens. Este projeto, inserido no temático FAPESP " Impactos Socioeconômicos das Mudanças Climáticas no Brasil: insumos quantitativos para a elaboração de políticas públicas", processo 2008/58107-7, objetiva, como estudo de caso, caracterizar a expansão canavieira propondo uma solução metodológica que integra mageamentos e modelagem econométrica. Espera-se avaliar a dinâmica de mudanças de uso das terras provocadas direta e indiretamente pela cana, gerando dados quantitativos e qualitativos que possam enriquecer o debate sobre os impactos da expansão do etanol no Brasil (AU)