| Processo: | 11/04146-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia - Antropologia Rural |
| Pesquisador responsável: | Emilia Pietrafesa de Godoi |
| Beneficiário: | Diego Amoedo Martínez |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/02680-9 - Camino Privilexiado: transformações sócio-territoriais em uma aldeia rural fronteiriça entre Galícia (ES) e Portugal, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Territorialidade Mobilidade Fronteiras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Casa | fronteira | Mobilidade | Territorialidade | Territorialidades e Processos Sociais |
Resumo O projeto de pesquisa será desenvolvido em uma aldeia portuguesa chamada Tourém, na fronteira da Espanha com Portugal, nos limites do camiño privilexiado, que unia o Couto Mixto à referida aldeia. Nessa espacialidade em que a fronteira (estabelecida em 1864) e a história de intensa movimentação, tanto de pessoas quanto de mercadorias, parecem ser o impulso primeiro para os trabalhos de pesquisa realizados, sobretudo, no campo da história, pretendemos analisar o processo de transformação e/ou reconfiguração sócio-territorial a partir da década de 1960, período em que se intensifica o fluxo migratório das pessoas do lugar . Nesse contexto, vamos focar o papel que a Casa ocupa dentro desses processos, e mais, temos como hipótese a centralidade da Casa na organização social da aldeia, bem como na própria vida familiar. Para tanto, propomos um estudo etnográfico do contexto atual, juntamente com a ativação de uma memória social através da história de família. Nossa hipótese caminha ainda em uma concepção de Casa que extrapola seus limites físicos. Estamos falando de uma Casa que tem para além da materialidade em bens de imóveis, um longo processo histórico envolvendo outras questões que são morais, que são obrigações de trabalhos comunais entre vizinhos, redes de relações de reciprocidade, etc. Tudo isso, dando sustentação não só para a Casa, como para a existência da aldeia. Nesse contexto, estaremos ainda atentos a processos, categorizados por alguns autores, como desruralização. Para esta pesquisa, essa perspectiva será questionada , pois, na nossa visão ela é generalizante, podendo encobrir configurações e reconfigurações sócio-territoriais que podem dar conta de um universo simbólico que os constituem enquanto Casa e Aldeia. | |
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