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Reparo dè nervos periféricos com a utilização dè PCL e nanoestruturas dè carbono

Processo: 12/08251-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira
Beneficiário:Kyl Assaf
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):13/07961-6 - Influência de nanoestruturas de carbono na viabilidade, formação e elongamento de dendritos em culturas de neurônios corticais, BE.EP.MS
Assunto(s):Nanotubos de carbono   Neurobiologia   Nervos periféricos   Grafenos

Resumo

Lesões traumáticas com transecção ou esmagamento de nervos periféricos podem gerar um espaçamento entre os cotos do nervo, impossibilitando a neurorrafia término-terminal. Nesses casos, os enxertos autólogos são muito utilizados. Porém, os autoenxertos de nervo apresentam algumas desvantagens, como disponibilidade do tecido doador, formação de neuromas dolorosos na área doadora, entre outras. A técnica de tubulização, na qual são empregados tubos para orientar e proteger o nervo durante a regeneração, oferece vantagens sobre os autoenxertos, incluindo a preservação da área doadora e possibilidade de manipulação do ambiente interno do tubo. Muitos aspectos do tubo a ser utilizado para regeneração nervosa devem ser considerados, como sua biocompatibilidade, biodegradabilidade, tempo de degradação, flexibilidade e porosidade. A poli(µ-caprolactona) (PCL) é um material que possui a maioria dessas propriedades. As nanoestruturas de carbono, como os nanotubos de carbono e o grafeno, também possuem muitas características que os tornam excelentes dispositivos para implantes neurais e para preencher compósitos poliméricos. Portanto, a proposta deste trabalho é utilizar a técnica de tubulização para reparação de nervos periféricos, avaliando-se a eficiência de tubos confeccionados com PCL e nanoestruturas de carbono. Para tanto, serão utilizadas 48 ratas Lewis divididas em três grupos (n=16) de acordo com o material utilizado para confecção dos tubos: PCL, PCL com nanotubos de carbono (0,5%) e PCL com grafeno (0,5%). Serão sacrificados 8 animais para cada um dos períodos de 8 e 12 semanas pós-operatórios. Para avaliação dos implantes utilizados, serão quantificados e examinados morfometricamente os axônios de nervos normais dos animais e axônios regenerados no interior dos tubos, por meio da microscopia de luz e pela microscopia eletrônica de transmissão (MET). Ainda, a recuperação funcional dos animais será analisada através do Walking Track Test (Cat Walk), que avalia a função do nervo isquiático.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
ASSAF, Kyl. Reparo de nervos periféricos com a utilização de PCL e nanoestruturas de carbono. 2014. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Biologia.

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