| Processo: | 12/16761-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Música |
| Pesquisador responsável: | Paulo de Tarso Camargo Cambraia Salles |
| Beneficiário: | Juliano Taques Bittencourt Abramovay |
| Instituição Sede: | Escola de Comunicações e Artes (ECA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Forma cíclica Análise musical |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise Musical | Claude Debussy | Forma cíclica | Quarteto de cordas em sol menor opus 10 | Reiteração | Análise Musical |
Resumo O Quarteto de cordas em sol menor de Claude Debussy é uma obra marcada por importantes dicotomias. Composta em 1893, ela se encontra permeada de elementos harmônicos e formais ligados à tradição tonal e ao final do século XIX, particularmente ao compositor César Franck. Ao mesmo tempo, a peça utiliza procedimentos que são observados apenas em obras maduras do compositor, nas quais o tonalismo se encontra pouco presente, e análises que dependam exclusivamente de elementos tonais mostram-se pouco eficientes para o Quarteto. Essa relação entre tradição e inovação é investigada nesta pesquisa, que traz como enfoque duas características relacionadas: a maneira como Debussy utiliza elementos repetidos nesta peça, assunto pesquisado por Sylveline Bourion, e aspectos relativos à forma cinética, elemento descrito por Richard Parks. Uma comparação entre o Quarteto e a Sonata para flauta, viola e harpa, peça do final da carreira de Debussy, é oportuna para que sejam observados elementos formais semelhantes aplicados em contextos diferentes. | |
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