Texto completo
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| Autor(es): |
Juliano Taques Bittencourt Abramovay
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Escola de Comunicações e Artes (ECA/SBD) |
| Data de defesa: | 2014-11-14 |
| Membros da banca: |
Paulo de Tarso Camargo Cambraia Salles;
Adriana Lopes da Cunha Moreira
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| Orientador: | Paulo de Tarso Camargo Cambraia Salles |
| Resumo | |
O Quarteto de cordas em sol menor de Claude Debussy é uma obra marcada por importantes dicotomias. Composta em 1893, ela se encontra permeada de elementos harmônicos e formais ligados à tradição tonal e ao final do século XIX, particularmente ao compositor César Franck. Ao mesmo tempo, a peça utiliza procedimentos que são observados apenas em obras maduras do compositor, nas quais o tonalismo se encontra pouco presente, e análises que dependam exclusivamente de elementos tonais mostramse pouco eficientes para o Quarteto. Essa relação entre tradição e inovação é investigada nesta pesquisa, que traz como enfoque duas características diretamente relacionadas: a maneira como Debussy utiliza elementos repetidos nesta peça, assunto pesquisado por Sylveline Bourion, e aspectos relativos à forma cinética, elemento descrito por Richard Parks. Uma comparação entre o primeiro movimento do Quarteto e o primeiro movimento da Sonata para flauta, viola e harpa, peça do final da carreira de Debussy, é oportuna para que sejam observados elementos formais semelhantes aplicados em contextos diferentes. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 12/16761-8 - Quarteto de cordas em sol menor de Claude Debussy: reiterações e aspectos formais |
| Beneficiário: | Juliano Taques Bittencourt Abramovay |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |