| Processo: | 13/09470-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Lusânia Maria Greggi Antunes |
| Beneficiário: | Patrick Wellington da Silva dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Genotoxicidade Citotoxicidade Neurotoxicidade Pregabalina Diferenciação celular Instabilidade genômica Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | citotoxicidade | Cometa | Genotoxicidade | instabilidade genômica | Mutagênese |
Resumo Os anticonvulsivantes são primariamente desenvolvidos para o tratamento de epilepsia, porém se mostraram eficientes no tratamento de enfermidades, como enxaquecas, dores neuropáticas, distúrbio bipolar e fibromialgia. Sendo a pregabalina, um dos anticonvulsivantes mais importantes e líder de prescrições atualmente. A pregabalina é um análogo estrutural da gabapentina, que inibe a corrente de cálcio através de canais ativados a alta voltagem. Atualmente, este fármaco é utilizado para tratamento de dor decorrente de neuropatia diabética, neuralgia pós-herpética em adultos e quadros envolvendo dores crônicas. Embora estudos de mutagenicidade da pregabalina resultaram em ausência de efeitos tóxicos, há carência de resultados acerca da genotoxicidade e da utilização de linhagens celulares humanas na avaliação da sua segurança. Além disso, a pregabalina tem sido empregada para fins não-terapêuticos, ou recreacionais, devido aos efeitos prazerosos sentidos por alguns pacientes. Este projeto propõe a realização do ensaio do MTT e do ensaio do Cometa para avaliação da citotoxicidade e genotoxicidade, respectivamente. Para isso, serão utilizadas as linhagens celulares HepG2 que foi isolada de um hepatocarcinoma humano, esta linhagem possui enzimas de fase I e fase II, responsáveis pela metabolização de fármacos, L132, linhagem celular normal de tecido embrionário de pulmão humano, para verificação da especificidade dos resultados e PC12, proveniente de feocromocitoma de ratos, por se tratar de modelo de neurotoxicidade e possibilitar a diferenciação celular em neurônios. Por meio da análise dos resultados, será possível determinar a segurança do fármaco testado nessas linhagens celulares, contribuindo para o melhor conhecimento das suas características e proporcionando sua utilização consciente na terapêutica. | |
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