| Processo: | 13/08938-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Ivan Ferreira da Trindade |
| Beneficiário: | Anita Di Chiara |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/19509-3 - A intensidade do campo magnético terrestre do Proterozóico a partir do estudo de rochas magmáticas da América do Sul com o método Preisach, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Geomagnetismo Paleomagnetismo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Magnetismo De Rochas | paleointensidade | Paleomagnetismo | Precambriano | Geomagnetismo |
Resumo Os processos de estratificação do núcleo terrestre e sua influência no campo magnético são ainda motivo de controvérsias. Estimativas para a formação do núcleo interno sólido, baseadas em dados geoquímicos ou em modelos termodinâmicos, variam desde o Arqueano até o início do Cambriano. Os dados de paleointensidade poderiam servir como evidência experimental para este processo, uma vez que a formação do núcleo interno coincide com o início do processo de convecção composicional, aumentando a estabilidade do campo. No entanto, a atual base de dados de paleointensidade absoluta para o Arqueano e o Proterozóico é ainda bastante limitada, apresentando menos de 50 determinações entre 3,50 e 0,50 Ga. Com o objetivo de traçar a variação de intensidades do campo magnético terrestre desde o Arqueano até o Cambriano pretende-se efetuar medidas de paleointensidade em nove unidades magmáticas da América do Sul, com idades variando de 2,67 Ga até 0,52 Ga. Essas unidades foram escolhidas por apresentarem magnetização estável e/ou bons dados geocronológicos. Todas as amostras já foram coletadas. As estimativas de paleointensidade serão efetuadas utilizando-se protocolos de duplo aquecimento em rochas e monocristais na sua variante IZZI, que garante maior taxa de sucesso, e o protocolo de multiamostras. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |