| Processo: | 13/19055-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Luiz Carlos Marques Vanderlei |
| Beneficiário: | Anne Kastelianne França da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus tipo 1 Variabilidade da frequência cardíaca Sistema nervoso autônomo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diabetes Mellitus tipo 1 | Sistema nervoso autonomo | Variabilidade da Frequencia Cardíaca |
Resumo Introdução: O Diabetes Mellitus (DM), caracterizado por hiperglicemia crônica com distúrbios no metabolismo de hidratos de carbono, gordura e proteína é responsável por diversas complicações, uma delas, a neuropatia autonômica cardíaca, que leva a mortalidade e provoca alterações na dinâmica cardiovascular e frequência cardíaca, por ser resultado de danos às fibras nervosas autonômicas que inervam o coração. Para avaliação do sistema nervoso autônomo, a variabilidade da frequência cardíaca (VFC), tem sido utilizado por muitos pesquisadores por se tratar de um método não invasivo, simples e reprodutível que descreve as oscilações dos intervalos entre os batimentos cardíacos consecutivos. As análises da VFC podem ser realizadas utilizando métodos lineares, e métodos não lineares. Características físicas e clínicas, como idade, índice de massa corporal elevados, hipertensão arterial, baixo nível de atividade física e mal controle glicêmico parece influenciar negativamente na VFC em indivíduos com DM tipo 1, contudo tais fatores foram estudados somente em âmbito linear. Alguns índices que descrevem a dinâmica não linear exibem maior poder prognóstico que os tradicionais índices de VFC e permitem detectar alterações autonômicas com maior sensibilidade e podem descrever alterações do ritmo cardíaco com alto valor diagnóstico e prognóstico, todavia os estudos que avaliaram o poder prognóstico dessa ferramenta foram direcionados a outras populações e situações. Assim, entende-se como pertinente avaliar se em indivíduos diagnosticados com DM tipo 1 há associação de suas características físicas e clínicas com os índices não lineares da VFC e se esses índices podem ser um marcador diagnóstico e prognóstico nessa população. Objetivo: Avaliar em indivíduos com DM tipo 1 a existência de associações entre índices de VFC e níveis de atividade física, composição corporal, parâmetros metabólicos e cardiovasculares; avaliar o valor prognóstico dos índices de VFC em indivíduos com DM tipo 1 por meio da sensibilidade, especificidade e valores preditivos. Metodologia: Serão recrutados 60 indivíduos com idade entre 18 e 30 anos de ambos os sexos, e alocados em dois grupos sendo 30, com diagnóstico de DM tipo 1 e 30 sem a patologia. Realizar-se-á avaliações físicas e clínicas (parâmetros cardiovasculares, composição corporal, nível de atividade física e glicemia pós-prandial), seguida de uma avaliação autonômica, por meio da VFC, por 30 minutos em decúbito dorsal obtida pelo Polar S810i para obtenção dos índices não lineares: plot de Poincaré, plot de recorrência e DFA; Índices geométricos: TINN, RRtri e plot de poincaré e também dos índices lineares: LF, HF, em ms2 e em u.n., LF/HF, RMSSD e SDNN. A análise dos dados se dará pelo método estatístico descritivo e os resultados serão apresentados com valores de médias, desvio padrão, mediana, intervalo de confiança a 95%, números absolutos e percentuais. Para analisar a correlação dos valores da VFC com as características físicas e clinicas, será utilizado o teste de correlação de Pearson para dados normais e Spearman para dados não normais Por fim, o valor prognóstico dos índices não lineares da VFC será definido pela curva Receiver Operating Characteristic (ROC). Todos os resultados serão discutidos no nível de 5% de significância. | |
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