| Processo: | 14/07610-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Acordo de Cooperação: | FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção |
| Pesquisador responsável: | Andresa Aparecida Berretta e Silva |
| Beneficiário: | Nathaly Alcazar Amorim |
| Vinculado ao auxílio: | 13/50496-2 - Desenvolvimento de um medicamento para tratamento de candidíase vulvovaginal, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Candidíase vulvovaginal Própolis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Candidíase | Gel Mucoadesivo | Imunidade Local | propolis | Vulvovaginal | Candidíase Vaginal |
Resumo Sabe-se que 70 - 75% das mulheres apresentarão pelo menos um episódio de candidíase vaginal em suas vidas, e cerca de 40 a 50% sofrerão infecções recorrentes. As infecções vaginais por Candida são caracterizadas por depleção dos Lactobacillus spp. normais, um aumento no pH vaginal e um super crescimento de patógenos na flora vaginal. A eficácia do tratamento tópico de micoses superficiais, depende dentre muitas variáveis, do contato íntimo do antifúngico com a mucosa vaginal por um período de tempo prolongado. As formulações intravaginais disponíveis apresentam baixo tempo de permanência local, necessitando de múltiplas aplicações para a obtenção de sucesso no tratamento proposto. Os antifúngicos disponíveis apresentam uso limitado devido a fatores como baixa potência e solubilidade, toxicidade e o aparecimento de cepas resistentes, consequências de seu uso indiscriminado. Já foi demonstrado que a própolis é eficiente no tratamento de candidíase oral e que pode ser um medicamento contra infecções vaginais. Além disso, diferentemente dos antifúngicos e antibióticos comumente utilizados, não existem relatos de que a própolis promova o surgimento de organismos resistentes e a mesma induz a letalidade fúngica por mecanismos distintos dos observados com os antifúngicos atualmente disponíveis no mercado. Resultados obtidos na fase 1 do projeto (PIPE-Fapesp) demonstraram o potencial do extrato alcoólico de própolis como um fungicida. A proposta do bolsista TT-1a abrange a avaliação da influência do produto na imunidade local dos animais infectados e tratados com o produto. (AU) | |
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