| Processo: | 14/12376-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias |
| Pesquisador responsável: | Lyda Patricia Sabogal Paz |
| Beneficiário: | Kalyl Gomes Calixto |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Tratamento de água Filtros de areia Água potável |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Tratamento de água para abastecimento | Tratamento de água para abastecimento |
Resumo O biofiltro em areia - BFA tem sido utilizado em comunidades carentes ao redor do mundo em função de sua simplicidade e eficiência na remoção de parâmetros físico-químicos e microbiológicos. Apesar disso, ainda faltam estudos que ponderem o amadurecimento do biofiltro visando o rápido fornecimento de água potável. Autores como Earwaker (2006) e Stauberet al. (2009) indicaram que o amadurecimento do biofiltro é um parâmetro operacional fundamental para a aceitação da tecnologia pela comunidade. As chances de abandono aumentam em situações em que o usuário do BFA precisa esperar vários dias para a obtenção de água potável. O amadurecimento pode demorar dias, semanas ou até meses, sendo ainda mais crítico quando a fonte de abastecimento utilizada é subterrânea, isto pela ausência de alguns nutrientes essenciais para o desenvolvimento da camada biológica (schmutzdecke). Neste contexto, a iniciação científica pretende estudar o desempenho de um BFA em escala real quando, de forma controlada, ração de peixes alevinos é misturada à água de estudo. A hipótese a ser testada é se a ração em questão poderá criar condições necessárias para um desenvolvimento mais rápido da camada biológica. A ração será utilizada porque pode ser facilmente adquirida em comunidades isoladas do país. Para desenvolver o estudo, um BFA será operado em fluxo contínuo. O biofiltro está instalado no Laboratório de Pilotos do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo - SHS/EESC/USP. A pesquisa permitirá ampliar os conhecimentos em relação aos BFAs visando sua posterior transferência a comunidades isoladas do Brasil. Ao longo do projeto artigos científicos serão publicados em revistas e congressos nacionais e internacionais. | |
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