| Processo: | 14/20561-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Anderson de Oliveira Lobo |
| Beneficiário: | Geisa Rodrigues Salles |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/17877-7 - Desenvolvimento de novos scaffolds poliméricos por eletrofiação com incorporação de nanotubos alinhados e nanohidroxiapatita para regeneração óssea, AP.JP |
| Assunto(s): | Biomateriais Peptídeos Doença de Alzheimer Doenças neurodegenerativas Diabetes mellitus tipo 2 Hipoglicemiantes Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antidiabetic | Biodegradable Nanofiber | drug delivery | Nanotherapy | Neurodegenerative disease | type 2 diabetes mellitus | Biomateriais e Materiais Biocompatíveis |
Resumo A Doença de Alzheimer (DA) é uma patologia neurodegenerativa que atinge mais de 1 milhão de pessoas no Brasil e cerca de 36 milhões em todo o mundo. A Diabetes Mellitus tipo 2 é um fator de risco para a DA, pois esta demência tem sido associada à deficiência da sinalização de insulina no cérebro, consequentemente, medicamentos que aumentam esta sinalização desenvolvem potencial terapêutico para DA. Vários estudos demonstram que o GLP-1 (do inglês glucagon-like peptide-1), hormônio endógeno incretina que potencializa a secreção de insulina e auxilia a redução dos níveis de glicose no sangue, e o GIP (do inglês gastric inhibitory peptide), hormônio incretina similar ao GLP-1, que estimula as ilhotas pancreáticas a aumentar a secreção de insulina e promover efeitos de crescimento, proliferação, diferenciação e sobrevivência celular, apresentam diversas propriedades neuroprotetoras. Ambos GLP-1 e GIP possuem características de interesse no tratamento da DA, porém o desafio é mantê-los em circulação pelo organismo, a fim de que os mesmos sejam liberados controladamente e por um período prolongado, de modo que eles difundam-se pelo cérebro. Paralelamente, sabe-se que nanofibras poliméricas biodegradáveis têm sido amplamente aplicadas como carreadoras de fármacos, devido às suas características funcionais, protegendo a integridade do fármaco de processos enzimáticos. Este estudo pretende incorporar um recém-sintetizado peptídeo unimolecular duplo com GLP-1 e GIP em nanofibras poliméricas biorreabsorvíveis como terapia para a DA, desenvolvendo, portanto, uma inovação tecnológica, um nanodispositivo que promova liberação prolongada e controlada do peptídeo nele incorporado. Os efeitos da terapia serão avaliados primeiramente in vitro, em células SH-SY5Y (neuroblastoma humano) estressadas oxidativamente, avaliando-se o comportamento das organelas intracelulares. Será realizada uma curva de concentração para se determinar a dosagem ideal do peptídeo, avaliando sua liberação em função do tempo. Ao mesmo tempo, avaliar-se-á o comportamento in vivo de camundongos transgênicos APP/PS1, modelos de DA, tratados com a terapia proposta. O nanodispositivo contendo o peptídeo será incorporado no organismo dos animais. Testes de memória e, posteriormente, análises imuno-histoquímicas serão realizados nos camundongos. Espera-se observar por meio de tais ensaios que o nanodispositivo reduzirá processos inflamatórios, alcançando propriedades neuroprotetoras, visando sua aplicabilidade para o tratamento de DA. (AU) | |
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