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Polimorfismos genéticos de metaloproteinases na hipertensão resistente

Processo: 14/05635-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Heitor Moreno Junior
Beneficiário:Heitor Moreno Junior
Anfitrião: Felipe Fregni
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : Harvard University, Boston, Estados Unidos  
Vinculado ao auxílio:13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID
Assunto(s):Hipertensão   Metaloproteinases   Cardiologia

Resumo

Polimorfismos genéticos das metaloproteinases da matriz extracelular na hipertensão resistente CEPID Prof. Dr. Heitor Moreno Junior Faculdade de Ciências Médicas-UNICAMP Prof. Dr. Felipe Fregni Harvard Medical School. Resumo. A hipertensão arterial resistente (HAR) é caracterizada por níveis pressóricos elevados mesmo sob o uso concomitante de três classes diferentes de anti-hipertensivos em uma combinação racional de doses máximas, sendo um deles um diurético, ou ainda pressão controlada com uso de quatro ou mais anti-hipertensivos. Sabe-se que a HAR representa prognóstico desfavorável e a morbidade e mortalidade são consequências da alta prevalência de lesões de órgãos-alvo, incluindo hipertrofia ventricular esquerda e rigidez arterial nestes pacientes. A família das metaloproteinases (MMPs) é composta por enzimas que degradam proteínas da matriz extracelular e estão intimamente envolvidas no remodelamento dos tecidos cardíaco e vascular nas lesões de órgãos-alvo que acompanha as doenças cardiovasculares, incluindo a hipertensão arterial (HA). Diversos estudos em modelos animais e em humanos mostraram níveis aumentados das MMPs -2 e -9 na HA. Níveis aumentados de MMP-9 foram descritos como preditores de mortalidade cardiovascular, sendo ainda que esta enzima possui estreita relação com mecanismos inflamatórios. No entanto, na hipertensão resistente não há estudos que demonstrem a participação ou não de tais enzimas ou sua relação com lesões de órgãos-alvo neste grupo de pacientes. O objetivo do presente estudo é avaliar a associação dos níveis e atividade das MMPs -2 e -9 e seus inibidores, TIMP-1 e -2, bem como dos polimorfismos genéticos nestas duas enzimas (MMP-2 -1575G>A; MMP-2 -1306C>T; MMP-2 -735C>T; MMP-9 -1562C>T; MMP-9 R279Q e MMP-9 R668Q) com hipertrofia ventricular esquerda, rigidez arterial na HAR e HA, avaliando ainda a presença de apnéia obstrutiva do sono e falha no controle da pressão arterial. (AU)