| Processo: | 15/18613-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia |
| Pesquisador responsável: | Marina Piacenti da Silva |
| Beneficiário: | Fernanda Rodrigues Diniz |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biometeorologia Poluição atmosférica Doenças autoimunes Esclerose múltipla Material particulado Avaliação clínica Observação meteorológica São Paulo (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esclerose Múltipla | material particulado | Poluição atmosférica | Biometeorologia |
Resumo O estudo do material particulado presente na poluição atmosférica tem sido uma questão importante na pesquisa de qualidade do ar, pois esses componentes podem causar sérios problemas ao meio ambiente e ao ser humano. Dentre as inúmeras doenças que podem ser associadas à poluição, bem como às condições climáticas, está a Esclerose Múltipla (EM), que consiste em uma doença autoimune que atinge o sistema nervoso central, provocando uma desmielinização nas células neuronais. Neste trabalho, será avaliada a correlação entre variáveis meteorológicas, concentrações de material particulado no ar da cidade de São Paulo e a incidência e condições clínicas de pacientes acometidos com EM entre 2000 e 2014. Com o apoio da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), serão aplicados questionários em pacientes com EM para obtenção de prognósticos e dados clínicos. Além disso, dados da qualidade do ar e concentração de material particulado serão obtidos a partir de relatórios de qualidade de ar da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Espera-se com os resultados deste estudo entender se o material particulado é especificamente o tipo de poluente atmosférico que afeta pacientes com doenças autoimunes como a esclerose múltipla. Além disso, os resultados deste trabalho podem auxiliar a correlacionar a exposição crônica à poluição com o quadro clínico de pacientes com EM. Uma vez que forem estabelecidas correlações entre aspectos clínicos dos pacientes com as variáveis meteorológicas e níveis de MP, políticas de contenção e manejo da poluição podem beneficiar e melhorar a qualidade de vida de pacientes que sofrem com a poluição. | |
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