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Aspectos geográficos e epidemiológicos da hanseníase na Região do Pontal do Paranapanema

Processo: 16/09498-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Marcus Vinicius Pimenta Rodrigues
Beneficiário:Lívia Cafundó Almeida
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Dr Domingos Leonardo Ceravolo. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Saúde pública   Epidemiologia   Hanseníase   Atenção primária à saúde   Mapeamento geográfico   Mycobacterium leprae   Análise espacial   Estudos ecológicos   Pontal do Paranapanema (SP)

Resumo

A Hanseníase é uma doença crônica, infecto-contagiosa, causada por uma micobactéria. Dos 122 países considerados endêmicos para a hanseníase, 119 haviam eliminado a doença como um problema de saúde pública. O Brasil está entre os três que ainda não atingiram essa taxa. É o segundo país com mais casos de hanseníase, atrás somente da Índia. As ações de Controle da Hanseníase devem estar vinculadas a rede de serviço de Atenção Básica planejado de acordo com a situação epidemiológica. O mapeamento das doenças é fundamental, pois o conhecimento do padrão geográfico das doenças pode fornecer informações. No estado de São Paulo há três áreas muito carentes, uma das quais é o Pontal do Paranapanema. Acredita-se que a disseminação da hanseníase está associada ao ambiente geográfico em que a população está presente ou próxima, como áreas de assentamentos, próximas a rios ou córregos cobertos por vegetação arbórea cuja temperatura e umidade favorecem a sobrevivência do Mycobacterium leprae, assim como áreas com alta densidade populacional que facilita o contato entre doentes e não doentes. Objetivo: Compreender os aspectos epidemiológicos e geográficos da distribuição da hanseníase na região do Pontal do Paranapanema. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo ecológico, epidemiológico. Os dados relacionados aos indivíduos infectados assim como mapas e distribuição da população humana, serão obtidos a partir de resultados consolidados e disponíveis em diferentes órgãos como Sistema Nacional de Agravos e Notificações (SINAM), Boletim Epidemiológico Paulista (BEPA) e Centro de Vigilância Epidemiológica Municipal. Os dados socioeconômicos serão analisados utilizando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). Serão analisadas as possíveis associações entre fatores ambientais como clima, solo, saneamento básico, presença de matas, córregos ou lagoas, concentração populacional de pessoas, terrenos baldios e deficiência no armazenamento e coleta de lixo.

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