| Processo: | 16/25913-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - Epistemologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Marco Antonio Caron Ruffino |
| Beneficiário: | Thainá Coltro Demartini |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/15705-3 - O papel da referência em questões metafísicas, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Semântica Essência Metafísica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | definição | essência | Identidade | metafísica | Modalidade | Semântica |
Resumo O presente projeto tem por objetivo, em primeiro lugar, investigar quais são as teses de Kripke acerca da noção de essência e propriedades essenciais. E, em segundo lugar, avaliar os argumentos que Salmon e Fine formulam contra a teoria kripkiana. A questão central é: Kripke, em sua teoria, deriva o essencialismo estritamente de sua teoria semântica? Ao que parece, esta é sim uma interpretação possível de seus argumentos, posto que Kripke recorre à sua teoria da referência direta - cerne de sua teoria semântica - ao argumentar acerca de quais são as propriedades essências de um objeto ou classe de objetos. Este fato levanta a questão: Qual (se há alguma) é a noção de essência implícita na teoria semântica de Kripke? A análise de sua teoria e as implicações desta se inserem, num contexto mais amplo, numa discussão a respeito da possibilidade de redução da noção metafísica de essência a questões de linguagem. Salmon e Fine argumentam contra essa ideia. Para eles, a noção de essência de Kripke não pode ser justificada exclusivamente através de sua teoria da referência direta e nem compreendida em termos estritamente modais. Nosso estudo é, em parte, reconstituir os argumentos destes três autores, analisando as reais consequências da teoria kripkiana e a pertinência das críticas a ela direcionada. E, em parte, participar da discussão mais abrangente acerca dos limites entre o campo da semântica e da metafísica. (AU) | |
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