| Processo: | 17/03925-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química |
| Pesquisador responsável: | Ivana Cesarino |
| Beneficiário: | Caruane Alves Donini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Coco Biomassa Glicose Bioprocessos Bioetanol Técnicas biossensoriais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biossensor | coco | Etanol de segunda geração | Glicose | Bioprocessos |
Resumo Dentre os combustíveis existentes hoje no mercado, o etanol é considerado o mais limpo, por ser derivado de fontes renováveis de energia. Porém, o seu processo de produção compreende a utilização de biomassas que também são utilizadas na alimentação da população. Com isso, o desenvolvimento e monitoramento de novas tecnologias para produção de etanol a partir de fontes alternativas de biomassa lignocelulósica tornam-se extremamente necessários. A biomassa lignocelulósica pode estar na forma de bagaço, ponteira de plantas, cascas, palha ou qualquer outro produto que seja resíduo de uma produção agrícola ou de consumo humano, como por exemplo o coco. O coco tem um elevado consumo no Brasil, tanto pelas indústrias quanto pela população em geral, acumulando cerca de 240 mil toneladas de cascas por ano, as quais são lançadas em aterros e vazadouros clandestinos, sendo que as mesmas levam cerca de 20 anos para se decompor. Diante desse cenário, o coco apresenta-se como uma biomassa interessante para a produção de etanol. No processo de produção de etanol deve ocorrer a hidrólise enzimática da celulose, e, durante esta etapa, a glicose acumulada no biorreator causa inibição da enzima celulase, tornando-se um fator limitante e implicando em uma menor produção dessa hexose. O baixo rendimento da produção de etanol pode ser evitado se a concentração dessa hexose fosse monitorada ao longo do tempo. Por isso, propõe-se o desenvolvimento de um biossensor de glicose baseado em um biocompósito de óxido de grafeno reduzido (rGO) com a enzima glicose oxidase (GOx), para ser empregado na quantificação do açúcar no meio hidrolisado. | |
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