| Processo: | 17/20299-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 08 de abril de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Tiana Kohlsdorf |
| Beneficiário: | Renato Christensen Nali |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/07650-6 - Ecologia, evolução e desenvolvimento (eco-evo-devo) na herpetofauna brasileira, AP.TEM |
| Assunto(s): | História natural Caracteres sexuais Morfometria Anfíbios Ecomorfologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anfíbios | dimorfismo sexual | ecomorfologia | História Natural | Morfometria | Ecomorfologia |
Resumo O dimorfismo sexual - refletido em diferenças secundárias entre machos e fêmeas de uma espécie - é um fenômeno fascinante e disseminado no reino animal. A maioria dos estudos no tema enfocam espécies-modelo para abordar diferenças morfológicas complexas, ou utilizam medidas simples como o tamanho corpóreo para inferir a presença de dimorfismo. A presente proposta objetiva integrar essas duas abordagens e estudar comparativamente, em escala taxonômica ampla, mecanismos de seleção associados com evolução do dimorfismo sexual na forma corpórea, sem restringir-se apenas ao tamanho. O projeto enfocará a família Bufonidae (Anura), que contém aproximadamente 600 espécies distribuídas globalmente, utilizando variáveis de tamanho e forma corpórea. Duas hipóteses serão testadas, a partir de uma base de dados extensa compilada com mensurações de espécimes disponíveis em coleções no Brasil e no exterior e complementada por animais coletados em campo: (1) apêndices locomotores (particularmente os membros anteriores) são alvos de seleção em machos, mas não em fêmeas, em espécies que competem durante o acasalamento (i.e. quando machos deslocam outros machos já em amplexo); e (2) a região do tronco (distância entre as cinturas escapular e pélvica) é alvo de seleção em fêmeas, mas não em machos, refletindo pressões favorecendo aumento em fecundidade. Como resultado, esperamos demonstrar que medidas refinadas de forma, além do tamanho corpóreo, devem ser consideradas no estudo de processos evolutivos envolvendo diferenciação entre machos e fêmeas, contribuindo significativamente para as áreas de morfologia funcional e ecomorfologia. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |