| Processo: | 18/05090-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Marcos Roberto de Mattos Fontes |
| Beneficiário: | Carlos Roberto Natal Junior |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurotoxicidade Fluorescência Crotoxina Fosfolipases A2 Cristalografia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cristalografia | Crotoxina | fluorescência | Fosfolipase A2 | Membranas-modelo | neurotoxicidade | Biofísica Molecular |
Resumo A crotoxina (CTX) é a mais abundante toxina presente no veneno da Crotalus durissus terrificus, representando cerca de 60% do peso seco do veneno bruto desta serpente. A CTX possui atividades neurotóxica, miotóxica e coagulante, sendo a principal responsável pelo elevado número de óbito em acidentes ofídicos causados por serpentes do gênero Crotalus. Além dessas características, foram descobertas ações da crotoxina com possíveis aplicações terapêuticas, por conta de seus efeitos anti-inflamatórios, analgésicos, imunomodulatórios e antitumorais. A CTX é um heterodímero composto por duas subunidades, uma ácida (CA) e outra básica (CB), sendo a última uma fosfolipase A2 com atividade pré-sináptica de bloqueio da transmissão neuromuscular, provocando paralisias motora e respiratória nos animais. Embora as estruturas cristalográficas e por espalhamento de raios X a baixo ângulo de CTX e CB tenham sido resolvidas, pouco se sabe sobre a ação destas nas membranas celulares bem como da localização dos sítios de interação destas proteínas com as membranas alvo. Assim, propomos neste projeto estudos estruturais da atuação da crotoxina e suas subunidades sobre membranas modelo e também acerca da interação desta proteína com diferentes inibidores. Para tanto, serão utilizadas as técnicas de espectroscopia de fluorescência, espalhamento de raios X a baixo ângulo, calorimetria de titulação isotérmica e cristalografia de proteínas. Deste modo, espera-se propor um modelo de ação da crotoxina e suas subunidades sobre membranas biológicas e identificar os sítios de interação destas proteínas com a membrana alvo. (AU) | |
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