| Processo: | 17/26568-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Gregório Cardoso Tápias Ceccantini |
| Beneficiário: | Victor Sibinelli |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Plantas parasitas Erva-de-passarinho Madeira Santalales Loranthaceae Angiospermas Microscopia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | erva-de-passarinho | lorantáceas | Madeira | parasita | planta parasita | Santalales | Anatomia da Vegetal ou Anatomia da madeira |
Resumo As plantas parasitas representam cerca de 1% de todas as angiospermas e são definidas pela presença de um órgão especializado chamado haustório. Esse órgão é responsável pela invasão do corpo da hospedeira e pela formação da ponte vascular entre o sistema vascular da hospedeira e da parasita, permitindo assim o intercâmbio de substâncias entre as duas. Geralmente, a interação entre parasita e hospedeira leva a uma perda de vigor por parte da hospedeira, e, em casos mais extremos, a sua morte. Tais efeitos sobre o fitness da hospedeira podem causar uma série de impactos ecológicos para uma comunidade, que variam desde um efeito negativo como diminuição da produtividade total até um efeito positivo como a manutenção da diversidade. Os caracteres morfológicos da madeira estão intimamente associados a aspectos funcionais da biologia das plantas como eficiência e segurança do transporte de água e, consequentemente, no caso das parasitas, as relações que uma parasita vai estabelecer com sua hospedeira. A família Loranthaceae é a terceira família com maior número de espécies parasitas entre as plantas terrestres e a maior em número de gêneros parasitas, sendo incluída na ordem Santalales. Dos 77 gêneros da família, 12 (abarcando cerca de 133 espécies) ocorrem no Brasil em diversos ambientes. Apesar da grande diversidade, os estudos sobre a anatomia da madeira das espécies nativas ainda se mostram bastante escassos, estando muito sub-representados na maioria dos livros quando não completamente ausentes. O presente projeto tem como intenção ampliar os conhecimentos de anatomia da madeira dos gêneros brasileiros. Essa descrição se daria através da preparação de lâminas histológicas do lenho maduro das espécies-alvo e observação com uso de técnicas de análise macroscópica e microscópica de luz. Para isso, pretende-se analisar materiais provenientes de diversas xilotecas e de coletas de campo, contendo pelo menos uma espécie de cada gênero que ocorrem em território brasileiro. | |
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