| Processo: | 18/12254-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 17 de setembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 13 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Outras Literaturas Vernáculas |
| Pesquisador responsável: | Luciene Marie Pavanelo |
| Beneficiário: | Jean Carlos Carniel |
| Supervisor: | Maria Helena Jacinto Santana |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidade de Coimbra (UC), Portugal |
| Vinculado à bolsa: | 16/25008-2 - O insólito e a crítica social nos textos ficcionais de Prosas bárbaras, de Eça de Queirós, BP.MS |
| Assunto(s): | Literatura portuguesa Século XIX Eça de Queirós |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Eça de Queirós | Literatura Portuguesa | Século XIX | Literatura Portuguesa |
Resumo Objetiva-se, com este projeto de estágio de pesquisa, uma complementação da pesquisa de Mestrado em curso (Processo FAPESP n. 2016/25008-2), sobre a obra Prosas Bárbaras, de Eça de Queirós (1845-1900), publicada postumamente, sob a organização de Luís de Magalhães (1903), que reúne textos publicados em jornais, na segunda metade da década de 1860. Essa coletânea é considerada um dos títulos menos conhecidos do autor, e, de modo geral, é desprestigiada pela crítica, por estar associada ao fantástico. Entretanto, no nosso trabalho, objetivamos uma nova perspectiva de análise da obra queirosiana, evidenciando a vertente fantástica em sua produção inicial, apontando que esses textos não devem ser vistos como um devaneio de juventude do autor, como algumas histórias de literatura afirmam, uma vez que Eça já insere a crítica social nessas narrativas. Dessa forma, pretendemos, com o estágio de pesquisa, ampliar e aprofundar as reflexões sobre esse título, pouco compreendido pela crítica. Para isso, é essencial o levantamento de mais bibliografia sobre as primeiras publicações de Eça e sobre a concepção de fantástico e do insólito, tanto no século XIX, quanto em estudos recentes, em Portugal. Além disso, almeja-se também o levantamento das diversas edições de Prosas Bárbaras, com o objetivo de verificar as diferenças entre elas, pois essa coletânea passou por uma oscilação de corpus, com acréscimos ou reduções de textos, e a alteração de alguns títulos, a depender do organizador. | |
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