| Processo: | 18/04232-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Dimas Tadeu Covas |
| Beneficiário: | Juliana de Matos Maçonetto |
| Instituição Sede: | Hemocentro de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (HCMRP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08135-2 - CTC - Centro de Terapia Celular, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Células-tronco mesenquimais Vesículas extracelulares Imunomodulação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células mesenquimais | Gvhd | Imunomodulação | vesículas extracelulares | Células-tronco mesenquimais |
Resumo As células estromais mesenquimais (MSC) são células heterogêneas com capacidade de controlar a resposta imunológica, atuando como uma ferramenta importante na terapia celular, principalmente no tratamento de doenças inflamatórias e autoimunes, como a doença do enxerto contra o hospedeiro (GvHD). O Hemocentro de Ribeirão Preto abriga o Centro de Terapia Celular (CTC) e um dos eixos da pesquisa clínica é o tratamento de pacientes GvHD corticorrefratário com MSC expandidas em plasma humano convertido em soro (PHCS) em substituição ao soro bovino fetal, com o intuito de eliminar o risco de contaminação por xenoantígenos. Recentemente, estudos sugerem que a atividade de imunomodulação das MSC é em grande parte mediada por fatores parácrinos, dentre os quais, considera-se que as vesículas extracelulares (EV) desempenham um papel importante na comunicação das MSC, transportando moléculas bioativas para células-alvo podendo alterar seu fenótipo ou comportamento funcional. Esta proposta tem por objetivo avaliar o efeito do meio depletado de EV sobre as características imunofenotípicas, proliferação e propriedades de diferenciação das MSC. Além disso, pretende-se isolar e caracterizar as EV derivadas de MSC (EV-MSC), comparar o cultivo em hipóxia e normóxia em relação ao potencial de imunossupressão das EV e analisar a interação das EV com os linfócitos T. Resultados preliminares obtidos pelo nosso grupo demonstraram que o cultivo em meio suplementado com PHCS depletado de EV influência no tempo de crescimento das MSC, mas não altera sua morfologia e capacidade de imunomodulação. Tal estratégia de cultivo permitiu isolar EV-MSC, e caracterizá-las com o perfil de exossomos em relação ao tamanho e expressão de proteínas. Além disso, as EV-MSC foram capazes de inibir a proliferação de linfócitos T. Nesse contexto, as EV-MSC poderão ser utilizadas como uma nova ferramenta para controlar o GvHD corticorrefratário e melhorar a resposta clínica dos pacientes, diminuindo os efeitos secundários do tratamento e superando as limitações do uso das células. (AU) | |
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