| Processo: | 18/11552-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História das Ciências |
| Pesquisador responsável: | Iris Kantor |
| Beneficiário: | Gisele Cristina da Conceição Bracht |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Angola História da medicina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Angola | Circulação de Conhecimento | História da medicina | história das ciências | Império Atlântico português | História das Ciências nos Impérios Ibéricos. |
Resumo Compreendendo o período entre 1706 e 1777, este projeto tem por finalidade estudar os processos de construção de conhecimentos médicos em Angola, a partir de dinâmicas de circulação e reconfiguração. Para tal, parte-se do princípio de que os conhecimentos produzidos nos espaços coloniais efetivamente circulavam por todo o Império português. Parte dessa dinâmica deve-se também à própria circulação dos agentes produtores, tais como militares, funcionários da Coroa e médicos. Neste contexto, as relações de poder, trocas e negociações entre agentes europeus e as comunidades autóctones emergem como pontos fundamentais para a compreensão dos processos de construção desse conhecimento. Tais processos, vem sendo estudados por novas vertentes historiográficas que os compreendem a partir da influência de fatores locais inerentes a cada comunidade, considerando, assim, a importância da identidade de quem os produziu, para quem, e o porquê. Como ferramenta de análise empírica, serão utilizados textos que foram escritos por indivíduos que estavam em Angola e estiveram em contato com as populações, doenças e procedimentos de curas locais. Neste caso, já foram pré-selecionados os trabalhos de Francisco de Buytrago - Árvore da Vida, escrito em 1731, e também o de Francisco Damião Cosme - Tratado das queixas endémicas e mais fatais nesta conquista, de 1770. Com isso, pretende-se contribuir para o estado da arte que procura compreender a produção de conhecimento médico nos espaços coloniais, entendendo-se que este conhecimento foi formado a partir de dinâmicas de circulação e reconfiguração. | |
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