| Processo: | 18/07410-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Ivan Ferreira da Trindade |
| Beneficiário: | Filipe Terra Nova dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Campo magnético Anomalia Magnética do Atlântico Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | archeomagnetism | Core Dynamics | Core-Mantle interations | Geodynamo regimes and properties | Geomagentic flux patches | South Atlantic Anomaly | Geomagnetism |
Resumo O campo geomagnético é gerado por movimentos de convecção de um fluido eletricamente condutor no núcleo externo da Terra. O campo é medido diretamente na superfície da Terra por observatórios e no espaço por satélites exclusivamente dedicados. Para períodos que precedem as medições magnéticas diretas, a análise de material arqueológico fornece informações vitais sobre o campo. Embora as soluções completas auto-consistentes em 3D para todos os campos relevantes dentro do núcleo, isto é, velocidade, campo magnético e temperatura (ou co-densidade) só podem ser obtidas com simulações numéricas de dínamo. Aqui, neste projeto, exploramos observações geomagnética, modelos de campo e simulações de dínamo numérico para estudar a persistência da Anomalia do Atlântico Sul, que é a região que registra as mais baixas intensidades do campo geomagnético na superfície da Terra e atualmente é localizada no Brasil. A persistência da anomalia no Brasil pode ter vários impactos sociais. Esta região de fraco campo magnético é menos protegida do bombardeamento de partículas energéticas oriundas do espaço que degradam os sistemas eletrônico e ótico, os painéis solares e outros sistemas críticos, travando ligações químicas e perturbando as estruturas cristalinas. Nossas questões-chave são: a origem dinâmica no núcleo de baixa intensidade de campo registrada em séries de medidas arqueomagnéticas, quantos anos tem a Anomalia do Atlântico Sul, A Anomalia do Atlântico Sul é controlada pelo manto, como um fluxo de calor heterogêneo na interface manto-núcleo prescreve convecção preferencial e fraco campo em regiões na superfície da Terra e como a amplitude do fluxo de calor tomográfico heterogêneo imposto na interface manto-núcleo determina os regimes de dínamo (dipolar ou reverso) e as propriedades. | |
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