| Processo: | 18/11168-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional |
| Pesquisador responsável: | Héctor Luis Saint-Pierre |
| Beneficiário: | David Paulo Succi Junior |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/07372-7 - A legitimação da violência: o emprego das forças armadas no interior das fronteiras do Estado, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Segurança internacional Uso da violência Forças armadas Fronteiras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ameaça | Forças Armadas | Segurança Internacional | Violência Institucional | Segurança Internacional |
Resumo A narrativa convencional sobre a qual está assentada a organização do uso de violência do Estado, assim como o discurso fundador da disciplina de relações internacionais, consiste na nítida separação entre os espaços interno e externo. Sob esta perspectiva há uma sobreposição entre fronteiras físicas, comunidade política e distribuição dos instrumentos estatais de violência, o que dificulta a compreensão de fenômenos como o emprego das forças armadas no interior das fronteiras nacionais. O problema que guia esta investigação é: como se processa a legitimação do uso da força letal do Estado contra determinado elemento percebido como uma ameaça? Ao tensionarmos a sobreposição indicada, defendemos a hipótese de que a legitimação - entendida como o processo através do qual são traçadas e reestabelecidas as fronteiras da ação aceitável - do uso das forças armadas contra determinada ameaça ocorre a partir na intersecção de dois elementos: o processo de exclusão moral, ou seja, a caracterização de determinado grupo ou indivíduo como alheio às fronteiras de uma comunidade política e o papel ocupado pelas forças armadas, isto é a forma em que as mesmas se percebem e são percebidas pela sociedade à qual pertencem. Para tanto desenvolveremos um debate teórico sobre, por um lado, a relação entre Estado, comunidade política e instrumento de força e, por outro, entre a construção da ameaça, ação decorrente e a escolha do instrumento institucional a ser empregado, além da análise da legitimação através de situações históricas. (AU) | |
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