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Utilização de Raspberry Pi como CLP e sua programação com Rede de Petri

Processo: 18/19233-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Projetos de Máquinas
Pesquisador responsável:Fabrício Junqueira
Beneficiário:Victor Campos Jinsi
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Simulação   Internet das coisas   Redes de Petri

Resumo

A Rede de Petri foi desenvolvida por Carl Adam Petri que, em 1962, formulou uma teoria acerca da comunicação entre diferentes componentes de um sistema computacional. Sua definição apresenta forte rigidez matemática, mas, ao mesmo tempo, a representação gráfica da Rede de Petri pode ser feita de forma relativamente simples e compreensível. Tal atributo se torna importante quando se considera a sua grande gama de aplicações pois a Rede de Petri pode, a princípio, ser aplicada a praticamente todo tipo de modelagem de um sistema embora, seja usada com maior frequência na Ciência da Computação e Engenharia, sobretudo relacionada à automação. Consequentemente, sua aplicação é comum em ambientes industriais e linhas de montagem, associadas a CLPs (Controlador Lógico Programável), isto é, um computador tornado mais robusto e confiável, de fácil reparo e manutenção, adaptado para uso no controle de elementos industriais. No entanto, a necessidade de transformar a notação usada para a modelagem e simulação em uma linguagem própria de CLPs aumenta o risco da ocorrência de erros. Nesse contexto, o projeto proposto consiste no desenvolvimento de um aplicativo para computador Raspberry Pi, que simula a atuação de um CLP cuja programação se dá de forma mais simplificada, feita por meio de alterações realizadas diretamente na Rede de Petri. Dessa forma, será possível evitar a conversão do modelo em Rede de Petri, depois de verificado e validado por simulação, para outra linguagem, tradicionalmente necessária para programar um CLP, como por exemplo a linguagem ladder.