| Processo: | 18/24769-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 06 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 05 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Maria Helena Bezerra Maia de Hollanda |
| Beneficiário: | Antomat Avelino de Macêdo Filho |
| Supervisor: | Stephen James Fraser |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Queensland, Brisbane (UQ), Austrália |
| Vinculado à bolsa: | 17/13130-0 - Estudo geoquímico e isotópico integrado para caracterizar a Província Magmática do Atlântico Equatorial (EQUAMP), BP.DR |
| Assunto(s): | Geoquímica Banco de dados Enxame de diques |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Banco de dados | Diques máficos | Equamp | Geoquímica | Província de soleiras | toleítos | Geoquímica, análise de dados |
Resumo Enxame de diques máficos e soleiras intrudindo a Província Borborema (Pré-cambriano) e Bacia do Parnaíba (Paleozoico) no Nordeste do Brasil tem sido recentemente proposto como parte de uma grande província ígnea na América do Sul, nomeada Província Magmática do Atlântico Equatorial (PMAE; Hollanda et al., 2018). Esta proposta está baseada em geoquímica e geocronologia de dois eventos magmáticos regionais - o Enxame de diques Rio Ceará-Mirim e soleiras da Formação Sardinha, até recentemente entendidas como eventos individuais relacionados a abertura do Oceano Atlântico Equatorial durante o Cretáceo. As correlações genéticas e temporais entre diques e soleiras máficos estão sendo discutidas no âmbito do Projeto EQUAMP financiado pela FAPESP 2017/08423-9, sendo o foco do meu projeto de doutorado (2017/13130-0). Uma questão relevante que se levanta a partir do reconhecimento de uma nova província ígnea mesozoica na América do Sul diz respeito a sua relação geodinâmica com outras províncias ígneas - tal como a Província Magmática do Atlântico Central (CAMP) e Paraná-Etendeka. Do ponto de vista geoquímico, a relação deve ser explorada após comparações entre suas assinaturas geoquímicas (e isotópicas), a fim de restringir (1) a diversidade magmática dentro da PMAE (diques e soleiras) e entre províncias ígneas (PMAE e outras) para discutir quais eram as fontes do manto ativadas durante a formação da província ígnea e, além disso, se eram fontes comuns ou não. Para alcançar esses objetivos, pretendemos aplicar uma modelagem computacional baseada na técnica de Self-Organizing Maps (SOM) como forma de fortalecer a robustez da análise de dados e, portanto, correlações adicionais entre as províncias ígneas relacionadas a abertura do Oceano Atlântico. | |
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