| Processo: | 19/00626-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 20 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas |
| Pesquisador responsável: | Sergio Miceli Pessoa de Barros |
| Beneficiário: | German Alfonso Nunez Canabal Junior |
| Supervisor: | Frederick C Turner Jr |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Stanford University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/13635-5 - Do concretismo ao parque de diversões? O percurso da arte tecnológica no campo artístico brasileiro, BP.PD |
| Assunto(s): | Sociologia da cultura Arte tecnológica História social da arte Arte contemporânea Arte digital Sociologia da arte |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arte contemporânea | arte digital | Arte Tecnológica | historia social da arte | Sociologia da Arte | Sociologia da Cultura | Sociologia da Cultura |
Resumo Aqui propomos uma pesquisa que planeja explanar o alcance e o impacto de agentes e instituições estadunidenses no desenvolvimento da arte tecnológica/digital brasileira. Dividida em dois períodos distintos, durante e depois do opressivo regime ditatorial brasileiro, essa proposta segue os achados iniciais de nossa pesquisa de pós-doutorado financiada pela FAPESP. Primeiramente, questionamos a autonomia artística de pioneiros brasileiros desse gênero artístico que, em seus primeiros momentos, era conduzido por uma relação bizarra entre artistas brasileiros alinhados com a extrema esquerda, o governo estadunidense e sua diplomacia pública e cultural e, finalmente, entre esses e as instituições culturais brasileiras do período. Exemplificado pelo evento inaugural dessa arte no Brasil, realizada na sede da United States Information Agency em São Paulo, a inusitada relação entre esses diferentes personagens, no ápice da repressão militar, é um detalhe que escapou aos olhos de leituras sociológicas e históricas sobre o tema. Em segundo lugar, aqui também tentamos compreender o impacto tardio das instituições da arte tecnológica no gênero brasileiro. Espelhando tanto o discurso quanto as intenções de seus pares estrangeiros, a arte tecnológica brasileira a partir dos anos 80 parece demasiadamente ansiosa por seguir os passos estadunidenses. Para compreendermos essa mudança, propomos aqui uma analise comparativa entre esses dois contextos nacionais que deve ser, porém, precedida de um estudo sobre o modelo que brasileiros iriam se basear. Em outras palavras, esse projeto busca retraçar as origens e o desenvolvimento da arte tecnológica estadunidense para que então possamos compreender, de maneira comparativa, as peculiaridades do caso brasileiro. Como tal, aqui esboçamos os possíveis elementos que ressonavam com artistas brasileiros: a retórica da tecnofilia desenvolvida na região da baía de São Francisco que eventualmente seria promovida tanto por artistas quanto por corporações. | |
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