| Processo: | 17/26252-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Jairo Kenupp Bastos |
| Beneficiário: | Jennyfer Andrea Aldana Mejía |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/04138-8 - Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro, AP.TEM |
| Assunto(s): | Farmacognosia Toxicidade aguda Citotoxicidade Mutagênese Própolis vermelha |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Citotoxidade | farmacognosia | Mutagênese | propolis vermelha | toxicidade aguda | Toxicidade subcronica | Toxicologia de produtos naturais |
Resumo A própolis é um material natural resinoso, coletado por abelhas a partir de plantas e misturados com cera de suas glândulas. A própolis desempenha funções biológicas importantes na colmeia, principalmente contra patógenos e parasitas. A própolis Brasileira tem amplo uso tradicional e várias atividades biológicas, sendo altamente valorizada em países asiáticos. Um dos tipos de própolis mais destacados é a vermelha, que no Brasil tem como fonte botânica a espécie Dalbergia ecastophyllum (L.) Taub. (Fabaceae). Quimicamente se caracteriza pela presença de flavononas, flavonóis, xantonas, triterpenos, catequinas, chalconas, auronas e guttiferonas. Tanto os extratos como alguns compostos isolados apresentam as atividades: antioxidante, antimicrobiana, citotóxica e anti-inflamatória, fazendo da própolis vermelha um produto com alto potencial no desenvolvimento de produtos farmacêuticos. Todavia, há poucos estudos que garantam a caracterização química e segurança no uso desta. Assim, propõe-se, principalmente, a avaliação in vivo e in vitro dos possíveis efeitos tóxicos do extrato bruto da própolis vermelha e da sua fonte vegetal. Para tanto, serão avaliadas as atividades citotóxicas in vitro dos extratos brutos de própolis e de D. ecastophyllum por meio do ensaio de XTT usando células normais V79, bem como a atividade genotóxica in vitro e in vivo dos extratos utilizando o teste de micronúcleo. Propõe-se também realizar ensaios de toxicidade aguda por dose única (14 dias) e de toxicidade subcrônica em doses repetidas (90 dias) do extrato de própolis vermelha por via oral, com o monitoramento de alterações comportamentais e realização das análises hematológicas, bioquímicas e morfológicas macro e microscópicas. Considerando a necessidade de caracterizar quimicamente o extrato, propõe-se, adicionalmente, o isolamento dos compostos majoritários, utilizando-se diferentes modalidades cromatográficas, como contribuição de padrões cromatográficos para o desenvolvimento de métodos analíticos por outros membros do grupo. | |
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