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Análise comparativa das tensões de restaurações múltiplas unidas cimentadas versus parafusadas, sobre implantes standard e curtos em maxila atrófica, por meio da análise extensométrica

Processo: 18/25049-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Aldiéris Alves Pesqueira
Beneficiário:Mateus Nunes Sampaio
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Biomecânica   Prótese dentária   Implantes dentários   Prótese dentária fixada por implante

Resumo

Ao avaliarmos as alternativas para a reabilitação de maxilas atróficas, os implantes curtos e o sistema de fixação da prótese dentária cimentado surgem como alternativas clinicamente viáveis e como métodos de reabilitação mais simples. No entanto, ainda são discutidos a capacidade de absorção e distribuição de tensão, bem como a sua capacidade de suportar próteses fixas implanto suportadas, especialmente, em maxila atrófica. Em face disso, objetivo neste estudo será avaliar a distribuição de tensões quantitativamente, por meio da análise extensométrica (AE), de um protocolo alternativo aos procedimentos de enxertia óssea para a reabilitação de maxila atrófica: (1) implante convencional (S- standard) (3,75x11,5mm) associado a implante curto (C) (5x7mm) e (2) diferentes sistemas de fixação da prótese: parafusada (P) e cimentada (C). Um protótipo da maxila parcialmente edêntula com atrofia na região posterior, será confeccionada por meio deum modelo digital 3D, os corpos de prova serão divididos em 04 grupos de 05 espécimes para a AE. Serão confeccionados 20 modelos de poliuretano (F160). Serão utilizados implantes do tipo cone morse, instalados paralelos ao eixo axial e confeccionadas próteses fixas implantos suportadas múltiplas unidas (14-16) cimentadas e parafusadas. Os grupos serão divididos de acordo com protocolo de reabilitação proposto em: IsIsP - dois implantes S -standard (3,75x11,5mm), sendo um instalado na região do primeiro pré-molar (14) e outro na região do primeiro molar (16) e prótese parafusada; IsIsC - dois implantes S – standard (3,75x11,5mm), sendo um instalado na região do primeiro pré-molar (14) e outro na região do primeiro molar (16) e prótese cimentada; IsIcP - um implante S - standard (3,75x11,5mm) na região do primeiro pré-molar (14) e um implante curto (C) (5x7mm) na região do primeiro molar (16) e prótese parafusada e IsIcC - um implante S - standard (3,75x11,5mm) na região do primeiro pré-molar (14) e um implante curto (C) (5x7mm) na região do primeiro molar (16) e prótese cimentada. Para AE, o conjunto modelo/implante/prótese será posicionado em um polariscópio circular associado a uma máquina de ensaio universal (EMIC), sendo aplicada força axial de 100N, 02 extensômetros serão posicionados na mesial e distal de cada implante e 01 na região apical por vestibular. Os sinais elétricos serão captados por um aparelho de aquisição de dados (ADS2002). Os dados quantitativos serão submetidos a ANOVA e ao teste Tukey (P<0.005).