| Processo: | 19/06853-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Eiras |
| Beneficiário: | Agatha Mota de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/50334-3 - Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa (PDIp): modernização e adequação de unidades multiusuárias estratégicas do Instituto Biológico, AP.PDIP |
| Assunto(s): | Vírus de plantas Carlavirus Tymovirus Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa quantitativa (qRT-PCR) RNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brassicaceae | carlavirus | Epidemiologia | Genômica | Ngs | Rna | Virologia Vegetal |
Resumo O Cole Latent Virus (CoLV), gênero Carlavirus, família Betaflexiviridae, possui partículas alongadas flexuosas com cerca de 650 nm de comprimento, e seu genoma é constituído por um RNA de fita simples. Esse vírus, que até o momento só foi descrito infectando brássicas no Brasil, é transmitido mecanicamente e por afídeos de maneira não persistente. Nas hospedeiras naturais as infeções de CoLV transcorrem sem a expressão de sintomas, mas frequentemente são observados sintomas de clareamento de nervuras e mosaico nas folhas. Cole Latent Virus é considerada uma espécie definitiva do gênero Carlavirus embora a sequência nucleotídica completa do genoma viral seja desconhecida. Em consequência, a variabilidade genética desse vírus, sua epidemiologia e a interação com outros vírus frequentes em brássicas, ex. Turnip Mosaic Virus (TuMV), permanecen ignoradas. Portanto, os objetivos deste projeto são: (i) avaliar a diversidade genética de isolados de CoLV provenientes de diferentes regiões do Brasil por meio do sequenciamento completo do seu genoma; (ii) analisar aspectos da sua epidemiologia por meio de testes de transmissão com diferentes espécies de afídeos vetores e desafiando hospedeiras alternativas; (iii) obter preparações purificadas do CoLV, produzir antissoro policlonal para emprego em PTA-ELSA e avaliar o uso dessa técnica em prospecções de campo; (iv) desenvolver primers para a detecção do CoLV por meio de RT-qPCR; (v) estimar, por meio de ensaios biológicos em condições controladas, o efeito da temperatura na expressão dos sintomas e no desenvolvimento de variedades de brássicas inoculadas com CoLV; (vi) avaliar, em condições controladas, os efeitos (sinérgicos ou antagônicos) de co-infecções do CoLV com o TuMV em plantas de brássica. Estima-se que os resultados deste projeto permitam aprofundar no conhecimento do CoLV e da interação com potivirus ex. TuMV, elementos essenciais para a adoção de estratégias de manejo e controle do(s) vírus no campo. (AU) | |
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